No ar, desde ontem, o vigésimo-primeiro episódio de As Boas e Baratas do Azarão. É o Boas e Baratas atingindo a sua maioridade plena.
Aquele em que, depois de longos quatro meses de interstício, analiso não apenas uma, mas duas baratas e, supostamente, boas. As cervejas Colônia e Glacial.
Analiso-as, não; confronto-as. Promovo um duelo, um mata-mata. Do qual só poderá restar uma. Ao fim do qual, só uma será ungida pelo meu ereto cajadão; e a outra, fatalmente, esmagada pelo meu viril marretão.
O duelo pode tanto pode ser uma benção para as cervejas confrontadas como uma maldição.
Uma benção : pode ser que, analisadas individualmente, as duas cervejas se mostrassem indignas do selo ISO-Azarão de custo-benefício e fossem ambas esmagadas; num duelo, as duas podem ser horríveis, mas a menos horrível será sagrada cavaleira da Távola que desce redonda.
Uma maldição : pode ser que, analisadas em separado, as duas se mostrassem boas e merecedoras da minha unção; num duelo, as duas podem ser excelentes, mas apenas a melhor entre elas escapará da ira do meu Marretão.
Desculpo-me antecipadamente pela baixa qualidade de resolução do vídeo. Uso um tablet para gravar os vídeos e, um dia desses, meu filho o utilizou e mexeu na resolução da câmera, colocou a menor que havia. Só percebi isso depois do vídeo já gravado, pronto e acabado, quando fui assisti-lo. Tentei uns programas online que diziam melhorar a qualidade do vídeo, mas tudo propaganda enganosa.
Para assistir ao duelo de titãs entre as cervejas Colônia e Glacial, é só clicar na imagem abaixo.

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