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quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Homens Ficam Mais Bonitos com Máscaras Antivírus Chinês, revela Pesquisa

Uma importantíssima pesquisa realizada pela Escola de Psicologia da Universidade de Cardiff, no País de Gales, tão vital quanto um tratado ou de pedagogia ou de sociologia ou de psicologia mesmo, promete elucidar novos aspectos da pandemia e, quiçá, até mesmo mudar os rumos da Peste Chinesa.
Esses pesquisadores desocupados descobriram que homens a usar máscaras antivírus chinês são mais atraentes aos olhos femininos, mais desejáveis. 
A pesquisa pediu às mulheres que avaliassem, numa escala de 0 a 10, o  quanto se sentiam atraídas por homens sem máscaras, com máscaras de pano, com máscaras cirúrgicas ou com um livro a ocultar a área da face que seria coberta pela máscara. A maioria da mulherada deu maiores notas para os homens mascarados, principalmente os com máscaras cirúrgicas.
E a enorme abrangência, magnitude e espaço amostral da pesquisa tornam inquestionáveis e irrefutáveis os seus resultados : foram entrevistadas 43 mulheres. Pããããããta que o pariu!!!! Quarenta e três... Método científico Dilma Rousseff, só pode ser. Esta merda não pode ser considerada nem mesmo uma enquete. Sem contar a facilidade em se induzir o resultado da pesquisa. Quem garante que não colocaram um cara feito o George Clooney com máscara cirúrgica e um outro feito eu ou o Jotabê sem máscara? Ou o contrário, a depender do que a pesquisa pretendia "provar"?
De qualquer forma, acredito no resultado, e não vejo nenhum mistério por detrás dele.
Os entendidos em antropologia e demais áreas do comportamento das sociedades humanas preconizam que a percepção humana a respeito do que é belo ou não é multifatorial, não é restrita apenas aos atributos físicos do ser desejado, nem definitiva; ela é fortemente atrelada ao momento histórico em que se vive, à conjuntura de cada época, e, portanto, mutável, podendo transitar de um extremo ao outro em relativamente pouco tempo. Eu, particularmente, não consigo imaginar um contexto histórico onde a Angelina Jolie e o Brad Pitt possam ser considerados feios e repugnantes, mas enfim... são os entendidos a dizer.
Todos já ouvimos várias vezes - eu, pelo menos, já ouvi - que as gordinhas eram o padrão de beleza na Idade Média, que elas eram as tesudas da época, as Giseles Bünchen de então; eram retratadas à exaustão pelos pintores mais badalados de seu tempo, Rubens, Botticelli, Ticiano, que eram mais ou menos o que são os fotógrafos de mulher pelada hoje em dia.
A explicação nos fornecida é que eram tempos de vacas magras, de muita fome e escassez de alimentos. Uma gordinha, portanto, remetia a uma fartura e opulência que a grande maioria da população não possuía, era um tesão que vinha mais até do estômago que dos testículos. Ser gordo era status. Também eram tempos das mais variadas pestes (eram?) e uma boa reserva de gordura, um pezinho de meia energético, assegurava uma resistência e uma longevidade maiores caso a pessoa tivesse de enfrentar uma enfermidade. Em tempos em que a fome e a peste eram as principais causas de morte, as gordinhas tinham maior durabilidade, eram as espécimes mais viáveis para aquela época. Eram, portanto, as mais belas.
Hoje, com a questão da escassez de alimentos resolvida, o foco do desejo mudou, ter refeições regulares à mesa não é mais um símbolo de status, não é mais um raro privilégio. Há alimento mais que suficiente para atender a toda a população planetária, há mesmo superprodução em alguns casos. Os inúmeros bolsões de fome são muito mais uma questão política que de produtividade agrícola.
Hoje, o excesso está a se tornar um problema até maior que a carência. Hoje, as doenças que mais matam são muitas vezes vinculadas à obesidade e não mais à fome - infarto do miocárdio, AVCs, diabetes, entre outras. Automaticamente, o gordo saiu de moda, o magro passou a ser mais atraente, mais desejável. O magro passa a ideia de uma pessoa mais frugal, comedida, mais regrada, mais preocupado em zelar pela saúde, de hábitos e práticas mais saudáveis. E, portanto, menos sujeito a doenças e males súbitos. Hoje, em tempos em que a obesidade mata mais que o famelismo, o magro tem maior prazo de validade, o magro se tornou o espécime mais viável. E, logo, o mais belo.
Mais uma vez, a chave central da questão do que é belo é a viabilidade daquele indivíduo. É a viabilidade que torna um espécime mais bonito e mais atraente que um outro, são as maiores chances de sobreviver e de prosperar naquele meio e naquela época que tornam o indivíduo mais desejável pelos da sua espécie.
O cara pode até achar que só está interessado em dar uma metidinha rápida na gostosa, mas o seu DNA, o tempo todo e sem descanso, está à procura de uma mãe para os filhos que ele nem sabe que quer ter, o seu DNA está à cata de uma fêmea viável para a procriação e continuidade da desgraça humana em cima da Terra. O mesmo vale para a mulher. A empoderada também pode até pensar que está apenas querendo um P.A. (pau amigo) para se divertir e relaxar um pouco. Mas a perseguida não está apenas em busca de um perseguidor que a capture e bem a coma. O seu DNA é um radar a detectar certas características e atributos no macho que indiquem a viabilidade dele, o seu potencial de protetor e provedor, de macho alfa.
Diz aquele velho ditado popular que "quem vê cara, não vê DNA". Ditado dos mais falhos, como quase todos os ditados populares.
Cada época exige um conjunto de atributos que tornará mais viável o espécime que o possui, um conjunto que apenas uma parcela daquela população deterá em sua integralidade, e que passa, assim, a ser o objeto de desejo dos demais. Cada época, enfim, elege um padrão de beleza.
Por isso, digo que acredito no resultado da pesquisa. Por isso, digo que ele seria o mesmo ainda que ela tivesse sido realizada não com 43, mas com 43 mil ou milhões de mulheres. E que digo que ele nada tem de surpreendente.
Vivemos em tempos de Peste Chinesa, de mais uma Peste Chinesa, aliás - a Peste Negra, embora tenha "estourado" na Europa, também é de origem chinesa. Em tempos de vírus chinês, um homem a usar uma máscara transmite a ideia de um sujeito precavido, consciente, que se defende contra a praga amarela, que zela pela sua saúde e pela dos que o rodeiam. Logo, e de novo, é um sujeito potencialmente mais viável, um espécime que viverá mais e melhor que aqueles que se recusam em cobrir as faces, um cara mais confiável para se dar uns beijinhos. 
O mesmo vale para o modelito de máscara que deixa os homens mais sexies (ou sexys?) aos olhos femininos, a cirúrgica. Esse modelo de máscara é dito o mais seguro de todos, o que mais protege o príncipe encantado. Se o cara estiver usando, então, uma N95 valvulada, ele nem precisa ter pinto grande, a mulherada apaixona na hora!!!
Não sei se eu fico mais bonito e atraente com uma máscara antivírus chinês. Para matar a minha curiosidade, a exemplo dos pesquisadores da Universidade de Cardiff, eu também teria de realizar uma pesquisa entre as minhas admiradoras, com resultados estatísticos tão "confiáveis" quanto os dos galeses. E também igualmente inútil e desnecessária. 
Pois eu também sei de antemão o resultado dela : sim, é claro que eu fico muito mais bonito de máscara cirúrgica. Muito mais. Por um simples motivo : ela esconde metade da minha cara! Eu fico metade menos feio. E a parte coberta deixa margens e dá asas à imaginação. Uma mulher pode olhar para mim e imaginar que há um belo nariz, um másculo queixo, uns carnudos lábios e um sorriso sedutor por debaixo da máscara. É bem sabido que a imaginação é o melhor dos afrodisíacos, o mais eficiente dos encharca xanas.
A pesquisa contemplou apenas a percepção das mulheres sobre o quão lhes parecem mais ou menos belos os homens que usam ou não máscaras. Não foi perguntado a nós, passadores de rodo, filhos do Zé Mayer, machos tóxicos das antigas, se as mulheres nos parecem mais ou menos atraentes e pegáveis quando usam ou não máscaras antivírus chinês. Mas acredito que uma pesquisa com o público macho, conosco, os discípulos do Jece Valadão, lograria os mesmos resultados, acredito que os homens também considerem as mulheres com máscaras mais excitantes.
Eu, por exemplo, acho a moça abaixo, a usar corretamente a sua máscara antivírus chinês, uma beleza, uma formosura. Uma delícia!!!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

O Sapinho Covid

A triste e aterrorizante história do estadunidense que perdeu 4 cm de benga depois de contrair o vírus chinês, narrada na postagem anterior, Uma Sequela do Caralho, fez-me lembrar de uma piada.

"O cara tinha 50 cm de rola. Meio metro bem medido e bem pesado de cacete. O que tornava praticamente inviável a sua vida sexual. Nem puta arrombada encarava o tarugo do sujeito. Vez ou outra, muito raramente, aparecia um boiola mais guloso e  mais largo, mas mesmo esses não queriam repetir a dose.
Consultou especialistas em caralho do mundo todo, bem abastado que era. Nenhum deu solução ou lenitivo para o seu problema.
Então, ficou sabendo da existência de uma velha rezadeira no bairro, uma benzedeira, uma anciã de ancestralidade indígena e depositária dos arcanos segredos da floresta e do mundo dos espíritos. Segundo o que corria à boca pequena, a velha tinha solução para tudo.
Não custava tentar, ponderou o sujeito. Marcou uma consulta com a anciã e contou-lhe o seu problema. A velhinha tomou um chá - que não era de camomila -, revirou os olhos, entrou num transe mediúnico e, quando retornou das esferas espirituais, tinha a resposta para a angústia do homem.
- Você vai fazer o seguinte, meu filho - começou a velha -, na próxima sexta-feira de lua cheia, exatamente à meia-noite, um portal se abrirá brevemente naquela lagoa bem ali embaixo. e, desse portal, sairá um sapo mágico, encantado. Você deverá ir até o sapo, mostrar o seu membro para ele e perguntar : sapinho encantado, eu posso introduzir meu membro em você? O sapo, espada que só ele, responderá : não! A cada vez que o sapo responder "não", o seu membro encolherá dez centímetros.
O cara saiu animado da consulta com a pajé. Tinha já o plano certinho, todo traçado na cabeça. Faria a pergunta três vezes para o sapo. A cada "não", menos dez centímetros. Ele sairia de lá ainda com portentosos 20 cm.
Próxima sexta-feira de lua cheia, exatamente à meia-noite, o cara tava lá, na lagoa do brejo. Como a velha dissera, uma fissura se abriu no espaço-tempo e dela emergiu a figura iluminada de um grande sapo-boi. Imediatamente, o cara foi até ele, desenrolou o mangueirão e perguntou :
- Sapinho encantado, eu posso meter minha rola no seu cu?
O sapo coaxou forte e grave : NÃO!
No mesmo momento, o cara viu o pinto encolher dez centímetros, passando para quarenta. Animado, perguntou de novo :
- Deixa disso, sapinho encantado, deixa eu meter só um pouquinho, vai, eu não conto pra ninguém, não.
De novo, outro coaxar rouco e cavo : NÃO!
Como que por mágica, o pau do cara encolheu mais dez centímetros, ficou com trinta. Faltava pouco para o cara alcançar seu objetivo e acabar com o martírio de uma vida inteira, mais uma pergunta e pronto :
- Vamos lá, vai sapinho encantado, quebra esse galho aí, prometo que ponho só a cabecinha.
O místico batráquio, já puto da vida com a insistência do sujeito, coaxou de novo, categórico : NÃO, NÃO e NÃO!!!!"
 
Pãããããããta que o pariu!!!! É o sapinho covid!!!

terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Uma Sequela do Caralho

Desde o começo da pandemia, desde a soltura e o catapultamento do vírus chinês para o mundo, em nenhum momento, eu tive medo de ser infectado por ele. Nem o mais leve receio de.
Precavi-me, é claro. Desde o início e sempre. Que uma coisa é não ter medo; outra, muito diferente, é não ter respeito e bom senso. Precavi-me. Sempre. Até porque a melhor forma de prevenir a peste chinesa sempre foi e continua a ser manter a maior distância possível das pessoas, do povaréu; medida profilática para a qual nunca precisei de receita médica, que sempre me autoadministrei com muito prazer, que sempre me foi xarope dos mais doces de se tomar.
Aos mais desavisados, eu dizer que nunca tive qualquer tipo de temor de ser infectado pelo vírus chinês pode soar como uma fanfarronice, uma bravata imprudente, negacionista, até.
Pois vos asseguro que não. Quem me conhece sabe que nunca fui metido a valentão, falastrão ou faroleiro, que nunca fui de contar vantagem indevida ou de querer posar de maioral, de fodão.
Quando digo que nunca tive medo de ser infectado pelo vírus chinês, não quero dizer que eu me julgo naturalmente imune a ele (como uma considerável parcela da população o é), talvez eu seja, talvez não; não quero dizer que nego ou ignoro a possibilidade de ter minhas células invadidas por ele, quero, sim, dizer que nunca tive medo de ser vitimado por ele. Nunca tive medo, caso viesse a ser infectado, de desenvolver um quadro grave da peste amarela, de ter que conviver, depois, com sequelas irreparáveis, ou mesmo de morrer. Não chega a ser uma certeza que possa ser lastreada por evidências empíricas irrefutáveis. É uma sensação de segurança que sempre me permeou com relação ao meu corpo bem reagir e combater o vírus chinês, quando e se isso fosse necessário.
Ora, vejamos. Não sou, é verdade, mais nenhum jovenzinho, mas também não estou a dobrar o Cabo da Boa Esperança, não estou ainda a mijar no dedão do pé, embora - é inegável - o último pingo sempre seja da cueca. Não sou obeso. Nem cardíaco, diabético, asmático ou hipertenso. Nunca fui fumante. Sempre me recuperei bem de infecções virais e bacterianas, sempre me regenerei rápido de cortes e lesões - já sofri cortes de ter que levar quatro, cinco, seis ou mais pontos na face e no supercílio (fora joelhos e canelas) e, hoje, nem se vê vestígios deles. Não sou sedentário. Nunca dirigi um veículo automotivo na vida. Sempre andei a pé. Em dias normais, aqueles aos quais a maioria chama de úteis, ando cerca de sete, oito quilômetros; nas férias, até um pouco mais, ou seja, tenho, assim como o nosso Presidente, um histórico de atividades físicas.
Por isso, repito : nunca tive medo de ser infectado pelo vírus chinês. Sempre me senti confiante em enfrentá-lo, se viesse a ser o caso. Sempre julguei, como diria meu amigo Jotabê, o ermitão do Blogson Crusoe, ter os calcanhares bem protegidos contra a Gripe Amarela.
Isso tudo, até ontem. Isso tudo, até eu ter lido, no jornal o Estado de Minas, uma reportagem sobre uma nova, insuspeita e aterrorizante sequela do vírus chinês. Ontem, toda a minha autoconfiança em relação à peste de Wuhan veio abaixo, desabou. Bem como disse o Poetinha, tem sempre o dia em que a casa cai.
E a minha desmoronou por um simples motivo : não sou cardíaco, asmático, diabético etc, mas também nunca fui nenhum atleta sexual, muito menos um bem dotado, um pirocudo de fazer égua olhar para trás. Se olhado de um ângulo favorável e a contar com a boa vontade do observador, a minha rola pode ser classificada, num dia de calor, como estando na média. E não é média alta, não. Média média, mesmo. A classe C das pirocas. Pouca coisa acima da linha da miséria.
Mas o que tem a ver o cu com as calças?, alguns de vocês poderão estar a se perguntar. Ou, no caso, o que tem a ver a benga com o vírus chinês?
Explico. A reportagem que citei, publicada originalmente no britânico Daily Mail, traz um chocante relato de um estadunidense, que não teve o nome revelado e é descrito apenas como um heterossexual na casa dos 30 anos.
Ele conta que depois de se curar do vírus chinês em julho de 2021, o seu pau passou a não mais dar no couro, começou a apresentar disfunção erétil, a famosa paumolescência; problema que foi solucionado facilmente com um tratamento feito com um urologista. Porém, quando a sua paudurescência voltou ao normal, ele notou que o caralho não estava mais o impávido colosso de sempre. Estava bem menor. Uma coisinha ridícula. O vírus chinês tinha feito o pau não só amolecer, mas também encolher! 
Ele garante que perdeu quatro centímetros de piroca! Redução confirmada pelos diversos especialistas que ele consultou e declarada com irreversível por todos eles.
O cara pegou o vírus chinês e ficou com um pau de japonês! Isso sim que é globalização. Valha-me São Rasputin!!! 
Disse, o estadunidense : "Meu pênis encolheu. Antes de ficar doente, eu era acima da média, não enorme, mas definitivamente maior que o normal. Agora eu perdi cerca de uma polegada e meia e me tornei decididamente menor que a média".
Segundo os especialistas, a explicação para esta terrível sequela, que já está a ser chamada de Covid Dick (um dos nomes chulos em inglês para piroca), é que partículas do vírus chinês podem permanecer no tecido peniano mesmo após a recuperação do paciente e causar estragos aos vasos sanguíneos, impedindo a correta irrigação do corpo do cacete e fazendo com que ele perca comprimento e bitola. 
E o dano infligido ao sujeito não foi puramente físico, mas também psicológico. Ele declarou : "Isso realmente não deveria importar, mas teve um impacto profundo na minha autoconfiança e em minhas habilidades na cama".
Pudera. Nem poderia deixar de ser. O cara vai dormir um Kid Bengala e acorda um anjinho barroco! É para abalar o psicológico de qualquer um!
Disso tudo, a perda da minha autoconfiança frente à possibilidade de ter que enfrentar a peste chinesa um dia. Disso tudo, o meu medo, o meu pavor agora do vírus chinês, o meu recém-instalado cagaço.
Se eu perco quatro centímetros de cacete, viro o Napoleão Bonaparte. Se perco quatro centímetros de benga, posso prestar concurso público para eunuco em qualquer sultanato árabe. Se eu perco quatro centímetros de cacete, só sobra a fimose.
Pãããããããta que o pariu!!!!!
E quatro centímetros porque o cara teve um quadro leve de gripe chinesa. Mais grave tivesse sido o quadro da doença, mais centímetros de piroca ele poderia ter perdido, afirmam os médicos.
Meu corno e jegue amigo Fernandão, que teve um quadro gravíssimo da doença, que quase foi ter com o capeta antes da hora, deve ter perdido, então, o quê? Uns 10 ou 12 centímetros? Deve estar, hoje, o Fernandão, a ter que se contentar e se conformar com uns modestos vinte centímetros.
E a redução peniana provocada pelo vírus chinês já atingiu também o terreno das artes plásticas. Vejam abaixo, da esquerda para a direita, o Deus-Peru da província de Moche, no Peru, antes e depois do vírus chinês.
E essa situação me lembrou de uma piada, mas só vou contar amanhã ou depois, numa próxima postagem.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Previsões do Horóscopo Chinês Para 2022

As manchetes abaixo foram colhidas no portal UOL de notícias, entre os dias 25, a festa cristã, e 30 de dezembro, o famoso hoje.
 
- China registra maior número de casos em quatro meses (25/12/21);
- Itália passa de 50 mil casos de Covid pela segunda vez (25/12);
- Com ômicron, 4 países da Europa ultrapassam 50 mil novos casos de covid/dia (25/12);
- 23 funcionários de empresa de MG se infectam com ômicron após festa em SP (25/12);
- França bate novo recorde ao ultrapassar 100 mil casos de covid-19 em 24 horas (26/12);
- Ômicron traz recorde de novos casos de covid e provoca caos em aeroportos (27/12);
- SP : com confusão de sintomas, casos de influenza e covid sobem em dezembro (28/12);
- OMS prevê "grande número" de internações pela variante ômicron da covid-19 (28/12);
- Mundo tem pela primeira vez mais de um milhão de casos de covid em um dia (28/12);
- Brasil volta a ter média de mortes por covid-19 acima de 100 (28/12);
- França tem novo recorde diário de mais de 200 mil casos de covid-19 (29/12);
- Ômicron : OMS alerta para risco "muito elevado" (29/12);
- Casos de covid-19 aumentaram 50% nas Américas, diz Opas (30/12);
- Covid : EUA e Reino Unido atingem contágio recorde e promovem dose de reforço (30/12);
- Hospitalização de crianças dispara nos EUA e cria novos temores da ômicron (30/12).
 
 
Quando é que o gado humano vai perceber que ele nunca será 100% imune ao vírus chinês, não importando quantas doses tenha recebido e nem a marca da vacina com que foi inoculado?
Quando é que o gado humano vai entender que não haverá o normal de novo, que ele não mais poderá voltar a se aglutinar em bandos a dançar e a celebrar em torno das fogueiras de sua miséria existencial, não sem a grande probabilidade de ser infectado pelo próprio ar que inala, de ser envenenado pelo próprio hálito e pelo próprio bafio da manada que compõe?
Quando é que o gado humano vai se dar conta (ou, o que me parece impossível, aceitar) que as vacinas, embora sejam a melhor arma de prevenção e, sim, devam ser tomadas, não tem 100% de eficácia contra a Peste Chinesa? As próprias taxas de imunização divulgadas pelos fabricantes são, nesse caso, na melhor das hipóteses, aproximações, projeções, "chutes" com o máximo de embasamento científico que lhes pode ser atribuído.
As vacinas contra a gripe amarela - todas elas - ainda estão em fase de testes, de ajustes. Uma vacina, seja ela qual e contra o que for, despende uma média de dez anos para ser desenvolvida, segundo o site da Fiocruz : "Tentativas e erros são comuns nas etapas de pesquisa em laboratório e nos testes em modelos celulares e animais até chegar às três fases dos ensaios clínicos — quando a vacina finalmente é aplicada em seres humanos, para verificar segurança e eficácia. O tempo médio de desenvolvimento de um novo produto é de cerca de 10 anos. Ainda há o risco de décadas de pesquisa não resultarem em nenhum imunizante eficaz".
A vacina contra o vírus chinês ficou "pronta" em um ano, um ano e pouco. Ou seja, não ficou pronta. Ainda está a ser testada, em fase de tentativas, erros e consertos. Testada em quem, caras-pálidas? Em nós, ora porra! Ao invés de em pequenos grupos bem monitorados, supervisionados e assistidos, a vacina contra o vírus chinês está a ser testada em bilhões de pessoas, sem nenhuma supervisão, a não ser a coleta dos resultados.
Admito, tristemente, que, nesse caso, não havia alternativa melhor, a espécie humana não dispunha do luxo de aguardar por 10 anos. Era ou nos deixarmos usar como cobaias interessadas ou nos deixar infectar naturalmente pelo vírus de Wuhan.
Eu próprio, mesmo sabendo de tudo isso, deixei-me vacinar. Tomei já três doses. Apostei no meno male. Apostei na vacina como uma proteção a mais. Não como a única; muito menos como infalível.
A comparar mal e porcamente, vacinar a população contra o vírus chinês com vacinas ainda em desenvolvimento é como dar a cada cidadão um revólver calibre 38, sem saber com o que ele está carregado, ou se está carregado. O trabuco, na certa, pode nos tornar menos vulneráveis a certas situações, mas pode nos livrar por inteiro do Crime?
Levar um treisoitão na cintura pode nos proteger de ladrõezinhos pés de chinelo, de punguistazinhos rastaqueras, de moleques drogados armados de facas e estiletes. Porém, se com esse mesmo .38 quisermos invadir e desmontar, a exemplos, um covil do cartel de drogas mexicano, uma base de operações do PCC ou um diretório do PT, ele de nada nos valerá. Seremos fulminados.
A retomada do turismo, dos bares e restaurantes, as festividades de fim e começo de ano e, logo, logo, o carnaval são os covis de drogas mexicanos, as bases do PCC e os diretórios do PT em que a população vacinada está adentrando com o treisoitão dado pela vacina ao seu sistema imunológico.
E como as pessoas adoram viajar, comer em bares e restaurantes. E como adoram o Natal, o Ano-Novo e o Carnaval. Pois o vírus chinês os adora ainda mais.
Arma boa é aquela que não precisamos usar. Arma boa é aquela com a qual nunca precisaremos atirar. É bom e recomendável portá-la; mais recomendável ainda é evitar situações que nos forcem a sacá-la do coldre.
No caso da violência e do crime urbanos, evitar vizinhanças perigosas, horários de ruas ermas, não andar a exibir objetos que possam atrair a ganância da bandidagem etc.
No caso do vírus chinês, manter o uso de máscaras, o distanciamento, a higiene das mãos; e se as celebrações forem inevitáveis, que sejam organizadas com pequenos grupos e realizadas em ambientes abertos.
Melhor nunca topar com o bandido do que ter que trocar tiros com ele. Melhor nunca topar com o vírus chinês do que ter que duelar com ele. Até porque, como já dito, nem temos a certeza da real letalidade das balas com que a vacina municiou nosso revólver. Não sabemos se o que temos em nossos .38 imunológicos é de fato chumbo grosso contra o vírus chinês ou apenas balas de borracha, ou de festim.
Para sair do terreno das estatísticas invisíveis, cito dois famosos que morreram da peste chinesa mesmo tendo sido vacinados : Tarcísio Meira e Aguinaldo Timóteo.
Mas vá o gado humano controlar o fogo no cu que tem para se aglomerar, vá o gado humano se dispor a entender que a vacina é apenas uma defesa a mais? A isso, junte-se uma imprensa mal-intencionada e desinformativa e o resultado é o relaxamento das normas sanitárias de segurança, é o arrefecimento da pouca disciplina que o gado humano conseguiu adquirir em quase dois anos.
O resultado são as manchetes que exibi no começo da postagem, o recrudescimento da peste chinesa, a volta da que não foi.
Nem porco nem cavalo nem macaco nem dragão.
Segundo o horóscopo chinês, o ano de 2022 será regido, de novo, pelo vírus chinês. 
China registra maior número de casos de covid-19 em quatro meses ... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2021/12/25/china-registra-maior-numero-de-casos-de-covid-em-quatro-meses.htm?cmpid=copiaecola
China registra maior número de casos de covid-19 em quatro meses ... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2021/12/25/china-registra-maior-numero-de-casos-de-covid-em-quatro-meses.htm?cmpid=copiaecola

sábado, 20 de novembro de 2021

O Vírus em Mim (4)

Mais um dose? É claro que eu tô afim! Valha-me São Cazuza!!!
Tomei hoje a terceira dose da vacina contra o vírus chinês!!! Da Pfizer. Se com as duas primeiras da Coronavac, eu corri o risco de virar jacaré, agora, com essa inglesa, eu vou virar o quê? O Príncipe Charles? Valha-me São Duque da Cornualha! Prefiro virar jacaré-do-papo-amarelo! Prefiro virar a Cuca!
O posto de saúde, no horário marcado para as 13:30 h, estava praticamente vazio. Só quatro velhos a esperar pela terceira dose. Eu e mais três. O enfermeiro mostrou a ampola da vacina, o fabricante e a procedência, a data de validade, puxou o conteúdo da seringa sob os meus olhos, mostrou-me os 3 ml, aplicou-me e me mostrou a seringa vazia.
Disse-lhe que eu tomara as duas primeiras doses da coronavac e que não tivera reação alguma; perguntei-lhe se devia esperar por alguma agora, dessa da Pfizer. Apenas, se acontecer, uma dor no local da picada, ele me garantiu, dois ou três dias de desconforto no máximo, e que eu podia tomar o analgésico de meu costume.
Pãããããta que o pariu!!! Por ser canhoto, instintivamente, ofereci o meu magro bíceps esquerdo ao sacrifício, o meu braço hábil. Possível reação da vacina da Pfizer : três dias sem tocar punheta!
Mas agora estou trivacinado, tri-imunizado contra a Peste Chinesa. Tri legal, como diria o gaúcho!
Para comemorar, hoje vou de Natasha, vodka boa e barata. Tridestilada!

quarta-feira, 29 de setembro de 2021

O Vírus em Mim (3)

Pããããããta que o pariu!!!!! Made in China, a famosa República Popular da Tinta à base de Chumbo, eu não compro nem CD pirata nem cabo USB nem pilha palito nem tupperware nem óculos de sol nem fone de ouvido nem incenso nem tênis "Adidas" nem caneca de café nem caneta laser nem porta-retratos!!!
Por que cargas d'água, então, eu iria adquirir logo ele, o vírus xing ling? Se fosse um novo surto de Gripe Espanhola, não tenham dúvidas, eu teria sido um dos primeiros a pegar. Adoro. Não consigo resistir a uma boa e farta espanhola!
Mas Gripe Chinesa? Comigo, não, violão!
Saiu, hoje, o resultado do teste que fiz para a Peste Amarela na segunda-feira.
Negativíssimo!!! Mais negativo que a minha conta bancária!
Os resultados dos exames do meu filho e da minha esposa, idem.
Ontem, eu ainda tive a temperatura alterada durante o dia, oscilando entre os trinta e sete e meio e os trinta e oito graus Celsius. Tomei quarenta gotas de dipirona, três doses de vodka-tônica antes de me deitar e, hoje, acordei praticamente sem nada; só coriza e leve irritação na garganta. Uma gripinha.
Valeu-me, como eu disse, quatro dias de um bom afastamento do "trabalho" presencial.
Ainda não foi dessa vez que o vírus chinês me pegou. Ainda não foi dessa vez que alguma ideia comunista conseguiu me infectar.

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

O Vírus em Mim (2)

Madrugada de sábado para domingo. Quase quatro horas. Ele se programara para ir deitar às duas, duas e meia, mais tardar. Seus intestinos, no entanto, lhe chamaram à função, ele levou um livro junto e acabou lendo uns três ou quatro capítulos. Não achou o livro ruim, mas sabe que não retomará a sua leitura. Sua especialidade nos últimos tempos : deixar os livros pela metade. Já tendo sabotado a sua programação, resolveu tomar uma última vodka-tônica, terminar de assistir a uma apresentação do Premeditando o Breque, no Sesc Pinheiros.
E essa bem poderia ser a introdução de mais um pequeno conto noturno, de mais um fracasso de Rubens. Mas não.
Quase quatro horas e meu filho abriu a porta que separa a sala do corredor que leva aos quartos e falou que achava que estava quente, que estava com febre. Ele que reclamara, durante o dia, de um desconforto na garganta. O nariz também escorria um pouco.
Tempos normais, nada de preocupante. Um resfriado comum, uma infecção de garganta. Antitérmico para o resfriado e para a infecção, caso viral; antitérmico e antibiótico, se bacteriana. Tempos de Peste Chinesa, os alarmes todos dispararam.
Medi a temperatura. 38,2º C. Em si, não chega a preocupar. Na razão dela poder ser, sim. Dei trinta gotas de dipirona e falei para ele ir se deitar. Logo, o remédio faria efeito. Pediu que eu deitasse com ele enquanto isso. Deitei-me e esperei ele dormir de novo. Em cerca de trinta minutos, ele estava com as faces frescas de novo.
Voltamos às aulas presenciais desde o começo de agosto, eu e meu filho de 12 anos. 
Eu uso máscara o tempo todo, passo álcool nas mãos regularmente, mantenho distância de todos; porém, a escola pública em que eu leciono não tem a mínima estrutura para seguir os protocolos básicos de segurança. Não possui pessoal de limpeza suficiente para a higienização antes das entradas, durante o intervalo e na troca de turnos (são apenas duas moças para limpar uma escola com vinte salas de aulas funcionando pela manhã, vinte à tarde e quatorze à noite). Não há sequer suficiente material de limpeza - o Estado só manda nova remessa em todo dia 30 do mês, acabe quando acabar. João Doria Calcinha Apertada ordenou que todos nós (os que já tivéssemos tomado as duas doses da vacina) voltássemos. Mas não fornece o mínimo para que a volta seja segura.
A escola em que meu filho estuda, da rede particular, tem pessoal, material de limpeza e equipamento para uma adequada higienização das entradas, intervalos e troca de turnos; porém, meu filho, tenho certeza, apesar das recomendações diárias, não mantém distância de nada. Até em brigas tem se metido nos últimos dias.
Dadas as considerações acima, acredito que tanto um quanto o outro possa ter se infectado com algo e trazido esse algo para casa.
Findo o efeito do antitérmico, a temperatura dele, ao longo do dia de ontem, ficou oscilando entre os 37,5 e 38º C. Não administrei remédio durante o dia, deixei o corpo dele brigando contra a temperatura. Antes de se deitar, estava em 37,2º C. Dei vinte gotas da dipirona só para garantir que a febre não subisse durante a madrugada. Garantir a ele um sono mais tranquilo. E a mim também.
Aconteceu que, ainda ontem, pouco depois do almoço, minha garganta também começou a raspar, meu nariz a escorrer e registrei 37,4º C de temperatura por volta das três da tarde. Antes de ir me deitar, ela continuava neste patamar. Também tomei umas tantas gotas de dipirona.
Ficara resolvido que nem eu nem ele iríamos à escola no dia seguinte, hoje. Procuramos médico e fizemos o exame para a peste chinesa. Minha esposa não está a sentir nada, nenhum sintoma; mesmo assim, também fez o exame.
O médico mediu minha pressão, minha temperatura (37,6º C), auscultou meus pulmões. Inquiriu sobre comorbidades, remédios de uso contínuo, alergia a algum fármaco e, finalmente, perguntou se eu havia tomado a vacina e qual fora. Não fez cara de pânico quando disse que tomara a vacina chinesa. Mas também não abriu um sorrisão. Fez cara de quem diz, melhor que nada, né? Em seguida, perguntou se eu costumava reagir bem quando tinha alguma doença, se eu tinha facilidade de responder à medicação e de me restabelecer. Ou seja, o que ele pareceu querer dizer, ou o que não conseguiu disfarçar para que eu não entendesse, é que, caso o resultado dê positivo para o vírus chinês, eu terei que contar muito mais com o meu bom e cada vez mais velho sistema imune do que com a vachina.
Hoje, segunda-feira, meu filho está com a temperatura normal desde manhã, o nariz já escorre menos e nem sente mais nada na garganta. Eu passei o dia todo com a temperatura entre 37,3º e 37,7º C, a coriza aumentou sensivelmente, a garganta não piorou nem melhorou e surgiu, ainda que muito esporadicamente, alguns espirros e tosse.
Os resultados dos exames saem em 48 horas. É aguardar.
Na melhor das hipóteses - a do exame dar negativo -, ganhei quatro dias de teletrabalho, longe do barulho e do cheiro da multidão; na hipótese intermediária, o exame dá positivo, os sintomas leves de uma gripinha não se agravam, eu me curo e ganho mais dez dias de teletrabalho (somando a necessária quarentena de 14 dias); na pior das hipóteses, serei aposentado; de tudo; em definitivo.

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Origem laboratorial do vírus chinês ganha manchetes na grande mídia, por Leonardo Trielli, do site Senso Incomum

Antes que se lancem à leitura, no mínimo instigante, do artigo abaixo, deixarei bem clara a minha posição sobre esse assunto : eu nunca tive dúvidas sobre a origem laboratorial (chinesa) do vírus chinês. Há um Instituto de Virologia em Wuhan - e eu nunca acreditei em coincidências.
Se o comunavírus foi criado tão-somente para servir a pesquisas, ou para ser tornado em uma arma biológica, já é uma outra questão. Se a sua disseminação pelo planeta foi um acidente, uma falha de segurança do Instituto, ou um ato terrorista proposital, é também outra questão. Questões que devem (ou deveriam) ser seriamente investigadas (nunca serão). Mas que o vírus chinês não saiu das forjas da Mamãe Natureza, disso, sempre tive certeza. E mais : ainda que a pandemia não tenha sido um ato deliberado, isso não elide a China de sua culpa e responsabilidade, não a exime (não deveria) de ser duramente penalizada. De que incida e se abata sobre ela uma enorme e insolvível "dívida histórica" para com a humanidade.
Agora, ao texto de Leonardo Trielli, comentando uma notícia divulgada no Wall Street Journal (com links em azul para as reportagens que o autor utiliza como referência).
 
"Com um ano de atraso, até mesmo a grande e velha mídia passa a reconhecer a "estranheza" de pesquisadores de Wuhan terem sintomas da peste ainda em 2019
Origem laboratorial do vírus chinês ganha manchetes na grande mídia
Três cientistas do Instituto de Virologia de Wuhan, na China, tiveram sintomas de peste chinesa em novembro de 2019, de acordo com um relatório não-divulgado da inteligência dos EUA ao qual o The Wall Street Journal teve acesso.
A reportagem do WSJ foi publicada no último domingo (23) e foi a primeira da grande imprensa a admitir que a teoria de que o vírus saiu de um laboratório está longe de ser “conspiração da extrema direita.”
Desde o ano passado, no entanto, a mídia alternativa vem travando uma batalha contra Big Techs e grandes conglomerados de mídia quando o assunto é a peste chinesa. Em meados de 2020, qualquer um que ousasse afirmar que o vírus chinês teve origem no laboratório de Wuhan, seria sumariamente censurado, calado e “etiquetado” como propagador de fake-news, negacionista da ciência e teórico da conspiração.
Agência Lupa, Estadão Verifica, Aos Fatos, Folha de S.Paulo e demais estados-membro da Checolândia correram para produzir textos com as provas incontestes de que o vírus teve origem natural. A ciência falou, cale sua boca e deslogue seu Twitter.
Foi nesta época que o jornalista Glenn Kessler, do Washington Post, “lacrou” em cima de um tuíte do senador Ted Cruz que questionava um vídeo de “checagem de fatos” do jornal. O vídeo afirmava peremptoriamente que o vírus tinha origem na natureza.
“Temo que @tedcruz não tenha visto a animação científica do vídeo que mostra como é virtualmente impossível que este vírus tenha saído de um laboratório. Ou as entrevistas com cientistas de verdade. Lidamos com fatos e os espectadores podem julgar por si só.”
No mesmo domingo em que o WSJ publicou a reportagem que citamos no início deste artigo, Kessler teve que enrolar sua “checagem de fatos”, temperá-la com sua arrogância e engolir tudo à seco, admitindo que sua visão política atrapalhou sua objetividade.
Em artigo intitulado “Linha do Tempo: Como a teoria do vazamento do laboratório de Wuhan de repente se tornou confiável”, Kessler escreveu que “as mensagens do governo Trump costumavam ser acompanhadas por uma retórica anti-chinesa que tornava mais fácil para os céticos ignorar suas afirmações.”
 Como um jornalista não se envergonha em admitir que “em alguns casos, informações importantes estavam disponíveis desde o início, mas geralmente eram ignoradas”?
O cidadão checolander, no entanto, comete o mesmíssimo erro de descartar uma teoria – a de que o vírus pode ser uma arma biológica – para explicar o motivo que o fez desacreditar a alegação da origem laboratorial da peste chinesa.
Segundo o beócio, as teorias de vazamentos de laboratório “frequentemente se misturavam com especulações de que o vírus foi deliberadamente criado como uma arma biológica.”
Será que nem o tabefe que a realidade deu nas bochechas rosadas de Kessler o farão perceber o quanto sua visão de mundo custa à sua credibilidade e, talvez, sua sanidade".

sexta-feira, 21 de maio de 2021

A Variante PET do Vírus Chinês

Agora, caro amig (o), (a) ou (ue), simpatizante e amante dos animais. Você que já é tutor de um gato, de um cachorro, de um papagaio, de um jabuti, de uma iguana, de uma tarântula e de uma cobra-do-milho, poderá também adotar um vírus chinês abandonado, um comunavírus de rua.
Troque seu cachorro por um vírus chinês pobre! Valham-me São Léo Jaime e Santo Eduardo Dussek!!!
Cientistas estadunidenses identificaram um novo comunavírus; desta vez, de origem canina. Primeiro, foi o morcego a pagar o pato pela pandemia, depois, o pangolim, e agora o cachorro. Só quem não paga o pato pela peste amarela é o governo chinês.
O comunavírus de madame foi detectado na Malásia, em amostras da mucosa nasal de oito pacientes com quadros de pneumonia recorrente. Não se sabe ainda se essa nova variante é capaz de se replicar dentro do organismo do cachorro, causar-lhe a doença e ser retransmitida a humanos.
O epidemiologista Gregory Gray, da Duke University. um dos responsáveis pelo estudo, alerta : “Nossas descobertas ressaltam a ameaça à saúde pública dos CoVs animais e a necessidade de conduzir uma melhor vigilância para eles”.
Pronto, agora deu! Ou melhor : agora fudeu de vez.
Cachorros só poderão sair às ruas se usando focinheiras em tecido face dupla. 
Foi flagrado na rua depois do toque de recolher? Só não vai pra carrocinha se estiver indo à farmácia e de posse de receita do veterinário. 
Ração? Só por delivery! 
Vacina? O intrépido Bolsonaro já está em conversas prévias com as farmacêuticas Bonzo e Whiskas. Para, depois, não ser acusado de ser um petcida. Pela falta de insumos, no entanto, o que se tem para hoje é que o imunizante, inicialmente, só estará disponível para cachorros a partir dos oito anos e sete meses de idade.
Os Comitês Internacionais de Direitos Humanos e Caninos temem que, à sinofobia, o sentimento antichinês, venha se juntar também a cinofobia, a aversão a cães, e já está alerta e de prontidão para atender às denúncias e tomar as cabíveis medidas.
Preservando-se de serem chamados de racistas, acredito, os pesquisadores não revelaram as raças dos cachorros em cujos donos foram detectados o novo petcomunavírus.
Mas eu tenho certeza de qual ela seja : o pequinês!
Pãããããããããta que o pariu!!!

quinta-feira, 15 de abril de 2021

O Vírus em Mim

Agora é oficial, irrevogável e irreversível : estou contaminado com o vírus chinês!
O governo do estado de São Paulo ampliou a campanha de vacinação contra a peste chinesa para os profissionais da educação com idade a partir dos 47 anos.
É o Doria Calcinha Apertada querendo acabar com a nossa mamata de ficar em casa!
E lá foi, então, esse vetusto escriba a providenciar o seu lugar na fila da vacina, a peregrinar pelos trâmites burocráticos.
Primeiro, fiz meu cadastro na Secretaria Estadual de Educação; no dia seguinte, recebi a confirmação do meu patrão de que, realmente, eu sou professor, com QR Code e tudo - é o Azarão nessa frescura. De posse do tal, agendei meu atendimento no site da Secretaria Municipal da Saúde; dia seguinte, a confirmação da data, hora e local. O local foi surpresa.
Eu já estava contando em ser direcionado ao posto de saúde mais próximo de casa, já contava com uma longa espera na fila, igual às que vejo nos telematutinos jornalísticos. Comprara até um caderno de palavras cruzadas especialmente para a ocasião.
Estranha e inesperadamente, no entanto, nós, os professores, fomos todos vacinados no centro médico do Ribeirão Shopping, o shopping mais luxuoso da cidade. Eu nem sabia que shopping tinha centro médico. Pois esse tem. Meu horário, o das 09h30min.
Então, hoje, munido de RG, CPF, QR Code (pããããta...), comprovante de agendamento e ficha de cadastro manual Vacivida, dirigi-me ao shopping. Cheguei meia hora antes do meu horário. Para garantir qualquer contratempo. Qualquer entrave que pudesse surgir. Qualquer exigência documental não informada e que nos fosse agora cobrada.
De novo, estranha e inesperadamente, nenhum obstáculo houve. Desnecessário se mostrou o meu cuidado de chegar um tanto antes. Havia, é verdade, muitos professores no local - há muitos de nós a circular por aí, muitos conseguem até transitar despercebidos pelas ruas, mercados etc., muitos até conseguem se fazer passar por pessoas normais -, porém, em contrapartida, havia também um esquema de organização excelente - e inédito em se tratando de algo promovido pelo Estado . Um atendimento de Primeiro Mundo. Ou o que eu, nascido e (mal) criado nos tristes trópicos, julgo o que seja um atendimento de Primeiro Mundo.
Houve, é claro, antes de eu chegar à sala de vacinação, quatro barreiras alfandegárias burocráticas, cada uma verificando a autenticidade de um único documento dos exigidos, porém, não houve lentidão no trânsito, não ocorreu congestionamento de professores. Uma equipe de moças  bonitas, bem-educadas e bem vestidas e de coroas simpáticas, bem maquiadas, serelepes e das mais apetecíveis percorria as filas em pré-conferência dos documentos, para agilizar o processo.
Resumindo : cheguei ao centro médico do shopping às nove horas com o meu horário marcado para as nove e meia. Às nove e vinte, eu já estava vacinado e na rua.
Pãããããããta que o pariu!!! Em mais de vinte anos de magistério no serviço público, nunca vi o professor ser tratado tão bem e dignamente, ser tratado, aliás, como todo cidadão deveria ser.
É o Doria Calcinha Apertada querendo agradar as "tias", as PEB I, querendo que o professor deposite o seu voto na urna devassada dele!!!
Antes de me aplicar a vacina, o rapaz me mostrou a ampola que continha o cobiçado líquido, exibiu-me o logotipo do Butantan estampado no rótulo, para me informar da procedência da mesma, extraiu um tanto com a seringa e me fez constatar a dose de 0,5 ml que me seria aplicada.
Vacina do Butantan. A chinesa. Deixei-me inocular sem medo ou apreensão. O Butantan produz eficientíssimos soros antiofídicos e antirrábicos há tempos. Por que não iria dar conta de uma picada de chinês? Por que falharia fragorosamente em fabricar uma boa vacina contra o sinovírus?
Agora é oficial, irrevogável e irreversível : estou com o vírus chinês! E também com um microchip, que permitirá, doravante, que os chineses vigiem todos os meus movimentos. E daí? Eu já tenho um chip implantado pelos greys e outro pelos reptilianos. Julguei que mais um, ainda que Made in China, não fará grande diferença.
Só não sei o que o governo chinês pode querer me monitorando. Que informações e dados sobre a minha vida pode lhe ser de alguma valia. Só sei que se, de fato, o governo chinês, a partir de hoje, começar a rastrear os meus passos, do jeito que eu ando, logo, logo, o satélite espião deles estará de língua de fora. Vai dar pane, na certa. Só hoje, foram uns bons quinze ou mais quilômetros, contando a ida e a volta da vacinação. E é capaz que mais ao fim da tarde, ao crepúsculo, ao lusco-fusco, eu ande mais uma légua tirana.
Eis a vacina.
Ou acharam que eu fosse postar uma foto minha a tomar a vacina e fazendo sinal de "joinha"? O caralho que eu ia!
Quaisquer efeitos colaterais, reações adversas e transmutação para jacaré, eu informo ao longo dos próximos dias.

sexta-feira, 9 de abril de 2021

Azarão Proibidão

Ontem, por nove votos a dois, o STF não liberou os cultos, manteve a proibição a eles. Os cultos estão vetados, proibidos.
Então, eu não poderei sair de casa? Circular pelas ruas? Virei um proibidão?

quarta-feira, 7 de abril de 2021

STF só Libera Realização de Cultos se Deus for Vacinado

Em tempos de pandemia da Praga Chinesa - muito pior que todas as pragas do Egito somadas -, em tempos de quatro mil mortos/dia pelo vírus xing ling, o nobre e honrado STF despende tempo e dinheiro público para decidir se libera ou não a realização de cultos religiosos. 
A mim, parece que a volta das ovelhas às igrejas interessa muito mais aos seus tosquiadores do que a elas próprias. A pandemia chinesa pode não ter abalado a fé dos crentes, mas abalou pra caralho o  comércio da fé. Os defensores da volta da manada aos bancos das igrejas se apoiam no direito constitucional do livre exercício de crença religiosa. Defendem que o exercício da fé é um componente importante de nossa saúde global.
Eu não entendo picas de Direito, mas tenho cá pra mim que o direito a uma crença religiosa, ou mesmo o seu exercício, nunca foi proibido, nem a realização de cultos. O que está proibido, por razões óbvias, é o espaço físico em que o culto é realizado.
O culto pode ser realizado virtualmente. Padres, pastores e outros assemelhados podem muito bem trabalhar home's god office. Podem transmitir via on line os seus sermões, suas bênçãos, suas curas milagrosas; assim como empresários emitem ordens e tomam decisões por videoconferências; assim como professores continuam a dar suas aulas.
E mais : por que o exercício da crença depende da realização de um culto? O sujeito não pode fazer de seu quarto, de sua sala, da sua cozinha e até de seu banheiro, a sua igreja? (E me lembrar sorrindo que o banheiro é a igreja de todos os bêbados). Ou a crença e a fé são tão frágeis e quebradiças a ponto de precisarem do aval e da confirmação da manada?
Hoje, num matutino local, ouvi um pastor dizer que é justamente neste momento de pandemia que as pessoas mais precisam da igreja, mais precisam rezar.
Rezar para quê? Esperando o quê? Que a pandemia chinesa passe? É igual a rezar por chuva. O sujeito reza todos os dias pela chuva... um mês, dois meses, dois anos... um dia, ela cai. Da mesma forma que cairia se ele nunca tivesse rezado. Um dia a pandemia vai passar (o vírus chinês, não), reze você ou não.
Mas eu fico imaginando Deus a ouvir as súplicas para acabar com a pandemia. A imaginar alguns pensamentos e pronunciamentos a respeito que o Todo-Poderoso poderia fazer.
1) Deus se autocriaria por alguns segundos, diria : Eu não existo, e se descriaria de novo;
2) Eu tô cagando e andando pro que acontece aí embaixo (supondo que o Céu esteja acima, o Inferno, abaixo, e nós, Midgard, a Terra do Meio).
3) Eu fiz vocês como Eu, imagem e perfeição, e dei-lhes o livre-arbítrio, emancipei-lhes, lavei as minhas mãos. E joãobaptistafigueiredamente, concluiria :  Me esqueçam.
4) O vírus chinês também é filho de Deus; referindo-se a si próprio na terceira e, ao mesmo tempo, na primeira pessoa (a terceira pessoa é o Espírito Santo; a segunda, o Filho);
5) Eu assumo : eu criei o vírus chinês, para tentar limpar a cagada que fiz ao criar vocês. O vírus chinês é o meu agente de queima de arquivo
Em tempo : entre outros significados, dizimar é matar um em cada grupo de dez. Se os fíéis forem dizimados, se morrer um fiel em cada dez, o dízimo também não será dizimado? Os padres e pastores, idem? Olha aí o lado bom da coisa.
Em tempo (2) : Gilmar Mendes, um dos juízes a se pronunciar sobre a questão, assim que a sessão foi suspensa, teria perguntado a um colega de toga : "Quando é que vai chegar a parte em que eu inocento e mando soltar o Judas?"