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terça-feira, 29 de julho de 2025

41-Bis. Ou : Avião Dá Marcha à Ré?

E viva os 30 anos de esquerda no Brasil, desde o boca-murcha FHC! E viva a educação inclusiva! E viva a escola para todos, ops, para todes! E viva Paulo Freire! E vivam o ECA e a LDB! E viva a Progressão Continuada! E vivam o PT e a Pátria Educadora! E vivam as últimas colocações que nossa educação sempre alcança em exames internacionais de avaliação como o PISA e o TIMSS!
E viva a Jumentocracia, através da qual são outorgados todos os cargos, pastas e ministérios do governo Lula! 

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

O Enigma Dilma Roussef : Enfim, Decifrado

Em plena Pandemia da Peste Chinesa, os cientistas e infectologistas do mundo todo, em ritmo frenético e assoberbados, buscavam entender e decifrar a natureza e o modus operandi do patógeno urdido nas forjas do Instituto de Virologia de Wuhan, na pátria de Mao.

domingo, 21 de maio de 2023

Aos Que Votaram em Lula (13)

Obrigado, ó, vós, que votastes em Lula, por abrirdes nossos olhos (nós que só bem enxergamos com a vista direita) para a necessária e real democracia representativa, e por restaurardes as vitais pluralidade e diversidade ideológicas nos roubadas durante a autocrática gestão anterior.

sábado, 15 de abril de 2023

Aos Que Votaram em Lula (12), Ou, a Volta da PresidAnta

Vós, que votastes em Lula, mereceis mais, muito mais que a simples sensação do dever cívico cumprido. Muito mais que o sono tranquilo proporcionado pela consciência limpa em terdes escolhido o melhor para o nosso país. Só isso é muito pouco para vós, chega a ser ingratidão.

quarta-feira, 8 de março de 2023

De Mulher Pra Mulher, Dilma Rousseff

Neste 8 de março, um exemplo de feminilidade e empoderamento - e sobretudo de coesão e clareza - para as mulheres desse Brasil dantes mais varonil.

quarta-feira, 27 de maio de 2020

O Coronavírus é Solerte, Diz Dilma Rousseff

Organização Mundial de Saúde é o escambau! Ex-ministro Luiz Henrique Mandetta é o caralho! Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz) é a puta que o pariu! Cloroquinas e tubaínas sejam vertidas nos ralos ou dadas aos porcos! Tudo amadorismo. Tudo especulação. Tudo tentativa e erro. Até agora.
Faltava ela, meus caros. Faltava ela a jogar uma nova luz sobre o cenário de pandemia e de pandemônio. Faltava ela a elucidar, decifrar e, agora, a nos revelar a verdadeira natureza do vírus chinês. Informações estas que, tenho a certeza, serão o Fio de Ariadne que nos conduzirá, de forma segura e certeira, pelo dédalo da obtenção de uma vacina eficaz contra o coronavírus.
Faltava ela, meus caros : Dilma Rousseff, a ex-presidanta - e eterna anta - do Brasil. Faltava Dilma Rousseff se pronunciar a respeito do coronavírus. E ela o fez de forma brilhante, em fluente e castiço Dilmês, idioma do qual é a criadora e única falante; idioma que, de vez em quando e muito por acaso, permite-se a estrangeirismos e acaba por empregar uns poucos vocábulos em português.
De cara, Dilma nos fornece preciosos dados quanto à constituição genética e ao comportamento bioquímico do vírus, que serão o ovo de Colombo para a vacina, a cura e, quiçá, a erradicação do coronavírus.
Disse Dilma Roussef, com sua fala desconexa e tatibitate, a parecer sempre chapada de algum medicamento tarja preta : "Nós estamos enfrentando um vírus com uma grande capacidade de transmissão e muito... vamos dizer, solerte... muito...é, é... esperto".
Pronto. Eis tudo o que precisávamos saber, eis a peça que faltava no quebra-cabeças : o vírus é solerte. Caso não saiba o que significa "solerte", caro leitor, afinal, tão belo vocábulo é praticamente um arcaísmo, vá ao dicionário e pesquise. Ou melhor, nem precisa ir, eu fui por você, ao Antônio Houaiss. Solerte adj. de dois gêneros) : esperto, diligente, sagaz, hábil em usar meios desonestos para conseguir o que quer, embora com aparência de honesto; velhaco, ardiloso. 
Hábil em usar meios desonestos para conseguir o que quer, embora com aparência de honesto... pããããta que o pariu!!!! O coronavírus é mesmo comunista! É petista de carteirinha! Não é à toa, como eu disse na postagem Lula Não Precisa se Preocupar com o Contágio Pelo Coronavírus, que o Sapo Barbudo celebrou o seu surgimento.
Agora, sabemos como lidar com o coronavírus : enfiemo-lhe um impeachment goela abaixo e toba adentro!
E Dilma Rousseff segue em sua explanação, com seu pensamento bêbado equilibrista, agora a explicar sobre a velocidade com que o vírus se espalha, outro dado de suma importância para bem o entendermos e combatermos, tudo dentro e em conformidade com a mais técnica e precisa terminologia científica : "é um vírus que chega devagarzinho, fica, tem um tempo de incubação... significativo e pode... portanto... surpreender". 
É o vírus Martinho da Vila, aquele chega devagar, devagarinho. E que porra de tempo significativo é esse?
Finalizando, Dilma Roussef receita o isolamento social como único meio de combate à pandemia, e explica o porquê ele deve ser horizontal, e não vertical, como muitos defendem a bem da necessária Economia : "nós temos só um método, e esse método é o isolamento social, e o isolamento social é horizontal, por que que é horizontal? Porque as famílias, elas são horizontais".
As famílias são horizontais? A que características da família brasileira Dilma se refere? À preguiça da legião de encostados mantida pelo PT durante 16 anos e que ficava deitada o dia todo enquanto era sustentada pelos impostos dos trabalhadores? Ou fará referência, ela, ao verso do Hino Nacional, deitado eternamente em berço esplêndido. 
Abaixo, vídeo com comentários de Augusto Nunes.
Em uma outra fala, mais tresloucada ainda, feita a um outro canal, Dilma Rousseff critica a falta de capacidade do Brasil produzir álcool gel suficiente para abastecer toda a população : " como que um país... que é o país que produz mais álcool etanol no mundo, não é capaz de produzir gel com álcool pra poder...é, é, é... levar às populações a ter quando não tem água ter acesso a álcool".
Pior que o vírus é saber que esta mulher foi eleita presidente do país por dois mandatos. Eleita, é verdade, por uma massa de brasileiros desinformada e carente, que tem a ignorância como atenuante de seu crime e a fome como seu álibi inconteste. Mas também eleita por um contingente, como ela própria diria, significativo de pessoas bem-nascidas, bem nutridas e bem formadas, gente com instrução e diplomas e mais diplomas em suas paredes, professores universitários, jornalistas, artistas etc. E estes, o que poderão alegar em nome de suas inocências?
É, meus amigos, o vírus é esperto. Mais que esperto : é solerte. Acabaram-se as esperanças, meus amigos, o vírus é velhaco, é safo. Estamos mesmo todos fodidos!!!

quinta-feira, 19 de março de 2020

Você Sabe Calcular Porcentagem?

Não sou adepto nem mesmo simpático às tais aulas videoaulas. A youtubers "engraçadinhos" metidos a professores, uns merdas do caralho, isso sim. Antes pelo contrário, tenho profundas repulsa e aversão a esta modalidade de "ensino".
São "aulas" fast-foods, sem gosto, superficiais, ocas até a medula. Não é de se espantar que tanto tenham caído no gosto e na preferência da corrente geração.
Ontem, no entanto, travei contato com uma exceção. Com uma honrosa e honorabilíssima exceção. Frente a qual, só posso dar meu braço a torcer, minha mão à palmatória e meu saco a chute.
E por três motivos.
Primeiro. Por se tratar de um tema cuja ignorância é unanimidade nacional : a porcentagem. Parece-me mesmo que algum atavismo, que alguma danosa mutação no DNA ancestral da nação tupiniquim tornou o brasileiro totalmente imune e refratário ao conceito da porcentagem. Do analfabeto ao engenheiro; que direi, então, do pedagogo?
Segundo. Pela coesão, pela eloquência e pela clareza com que a docente - ou a "docenta", como tenho a certeza de que ela exigiria ser chamada - expõe o indigesto e espinhento componente curricular. Depois de assistir aos poucos segundos da videoaula, garanto-vos que será virtualmente impossível e impraticável que o apedeuta não aprenda, de uma vez por todas e para todo o sempre, as artimanhas da famigerada porcentagem. Mais fácil, doravante, ele se esquecer de como se anda de bicicleta e de como se toca uma punheta do que como se calcula uma porcentagem.
Terceiro. Por ser a "docenta" - como muitos de vocês já podem ter desconfiado - ninguém mais ninguém menos que ela, a ex-presidanta (e eterna anta) Dilma Rousseff, um dos grandes vultos (ou das grandes vultas) da recente e triste História do país. Um dos grandes vultos, não; melhor, uma das grandes assombrações de nossa recente História.
Usando o pré-sal como mote e fio condutor de sua videoaula, e mostrando que é hábil em estabelecer interdisciplinaridades, intertextualidades e em se utilizar de elementos do cotidiano do aluno como ponto de partida de sua preleção, como prega a acéfala pedagogia, Dilma Roussef nos dá um show de prática de ensino, esbanja e sobeja didática.
Abaixo, a transcrição literal (deu-me um trabalhão do cacete transcrever o dilmês para o bom português) da videoaula, seguida pela videoaula em si, que deixaria, se vivos ainda estivessem, Pitágoras, Euclides, Tales de Mileto, Euler, Isaac Newton, Descartes, Fibonacci, Fermat, Bhaskara, Pascal, Laplace e outros aquilatados que tais, cheios de vergonha. Até eu fiquei. Além da porcentagem, Dilma também aborda, como assunto correlato, a língua portuguesa; sobretudo a concordância verbal e nominal, quando diz, a exemplo, "não 'é' 30% dos recursos".

"Não é 30% dos recursos da exploração, é 30% de 25%, ou 30% (pausa) de 30%. Portanto, não é 30%, está entre 7,5 ou um pouco mais, 12,5 %. Não se trata de 30%, se trata que a distribuição é 70 a 75% pra a União, Estados e Municípios, os outros restantes, esta é a lei, os outros restantes é que são 30, a Petrobrás tem direito a 30% de uma parcela de 25 a 30%. É isso que é o pré-sal".

Engraçadíssimo, o vídeo. E só não é mais engraçado porque esta desgraça de "presidenta" foi eleita por duas vezes pelo povo brasileiro para ser a sua líder política maior. Ah, mas o povão é ignorante...
Não foi só o povão que elegeu esta excrescência. Foram também as "mentes pensantes" das universidades; sobretudo o pessoal das "humanas", Sociologia, História, Geografia, Filosofia, Pedagogia, Ciências Sociais e outros gastos inúteis do dinheiro público.

domingo, 24 de março de 2019

Zum, zum, zum! Está Faltando Um!

Acabaram-se de vez - não que em algum momento tenha havido fundamentos sólidos, ou mesmo reais, para eles - a ladainha e o mi-mi-mi petralha de que a Operação Lava Jato é um complô para a perseguição dos petistas, uma conspiração das elites para tirar do poder os benfeitores (hoje, todos milionários, com dinheiro pra limpar o cu com nota de 100) do povo.
A Lava Jato prendeu Michel Temer. Temer não é petista, é peemedebista. Temer não é "povão", é elite das antigas. Como diria o grande locutor esportivo Silvio Luiz : o que é que os petralhas vão dizer lá em casa?
Mas, feito na marchinha de carnaval Zum-zum, eternizada por Dalva de Oliveira, está faltando um. Uma, no caso. Dilma Roussef. Tá faltando a Dilma para completar o Bloco dos Unidos da Petralha.
Temer, embora não seja um petista de raiz, também poderá desfilar no Bloco, uma vez que podemos considerá-lo um petralha honorário. Temer chegou ao mais alto posto político da nação se aliando ao PT. Quem votou na Dilma, votou no Temer.  
Temer recebeu, das mãos do PT e do povinho da esquerda, a mais alta condecoração da ladroagem, a suprema distinção honorífica alibabesca : a Comenda da Grã-Estrela Vermelha. O Colar da Grã-Insígnia do Pixuleco.
Tá faltando a Dilma ir pro xilindró! Tá faltando prender a Dilma para reunir de novo o Triunvirato da Corrupção, a Regência Trina da Gatunagem.

Para ouvir Zum-zum, com Dalva de Oliveira, é só clicar aqui, no meu poderoso MARRETÃO.

sábado, 25 de novembro de 2017

Dilma Rousseff Declara : Sou uma Workalcoholic (Ou, Eu Bebo, Sim, e Vou Vivendo)

Decifrada, enfim, embora sempre tenha estado evidente, a origem do Dilmês, um subdialeto de nossa tão maltratada língua criado pela ex-presidanta (agora só anta) Dilma Rousseff.
Decifrada, enfim, a fonte de toda a inspiração para o léxico do Dilmês, sua etimologia hermética, sua estrutura intrincada de frases, regências e concordâncias desconexas e ininteligíveis, seu discurso entrecortado por longas pausas - como se houvesse um atraso entre o envio da informção do cérebro e o recebimento do estímulo pelo genioglosso, estiloglosso, palatoglosso e hioglosso, os músculos da língua, um delay entre pensamento e fala -, seu palavrório trôpego e bêbado.
Aliás, decifrada a origem do Dilmês, não. Revelada. Que há certos códigos de linguagem que não tem Champollion que dê conta. Que há certas criptografias que só mesmo o criador para quebrar os seus segredos.
É a própria Dilma Roussef que, enfim, revela à nação que ajudou a saquear e a levar para o buraco da recessão como criou seu próprio idioma.
Aos que estavam sentindo falta das pérolas verbais da ex-presidanta (agora só anta), àqueles que já estavam destreinados da gramática e se esquecendo da correta pronúncia do Dilmês, Dilma Rousseff volta à cena para matar as saudades e os presentear com uma videoaula inédita do Dilmês, uma aula de conversação nível avançado. Uma aula magna de Dilmês. E, por tabela, revelar a origem do subdialeto.
Em entrevista a um repórter de Portugal - sim, porque, no Brasil, ladrão de dinheiro público não vai pra cadeia, vai passear na Europa (por que não vai passear na Venezuela, a desgraçada?) -, Dilma mostra que aperfeiçoou ainda mais o seu Dilmês, que até o globalizou, incorporando-lhe termos estrangeiros.
A ex-presidanta (agora só anta) começou a entrevista inventando histórias que nunca aconteceram, puros delírios de grandeza de comunista que foi desmascarada e enxotada do poder. Disse que, quando estava afastada, mas ainda era presidanta, embora não exercesse mais oficialmente a função para qual foi eleita (e quando ela a exerceu?), era obrigada a cumprir expediente no Palácio "do" Alvorada (e não "da"), um local sempre ornado por muitas flores. E que, logo após o seu afastamento, para debochar ainda mais dela, para chutar cachorro morto, as flores do Palácio "do" Alvorada, foram retiradas, confiscadas. E por quem? Pelos golpistas, claro!
Pããããããta que o pariu! Fiquei imaginando Temer e a alta cúpula do PMDB se esgueirando pelas dependências do Palácio "do" Alvorada, protegidos pela calada da noite, todos vestido de ninja, a arrancar, roubar e confiscar as flores, deixando a vida da ex-presidanta (agora só anta) menos colorida e perfumada.
Dando sequência ao seu delírio, Dilma Rousseff disse ao já atônito repórter português que não ficou, porém, muito tempo sem as suas flores. Sensíveis e solidárias às suas tragédia e humilhação, multidões de mulheres acorreram ao Palácio "do" Alvorada levando vasos, buquês e ramalhetes de flores em substituição às que lhe foram usurpadas, junto com o seu poder, pelos golpistas. Só faltou cantar Para Não Dizer Que Não Falei das Flores, do Vandré, outro ícone dos comunas.
Nessa altura da entrevista, o repórter, basta olhar para o semblante do sujeito, já havia desistido de entender qualquer coisa. Só não tirou o microfone da boca de Dilma Rousseff por educação, por ética profissional. Antes o tivesse feito. Ou não. Ou não haveria o encerramento com chave de ouro. Ou Dilma Rousseff não teria nos servido a sua pièce de résistance.
Para coroar seu discurso, seu grandiloquente pronunciamento em Dilmês, Dilma disse que "era dita (e não tida) como uma mulher que tinha uma mania, era obsessiva-complusiva por trabalho, tinha, era uma workalcoholic!" Sou uma workalcoholic! - jactando-se ao repórter.
Pããããããta que o pariu!!!! Alguém deve ter "soprado" para ela a palavra workaholic - do inglês, viciado em trabalho - e ela traduziu para o Dilmês, virou workalcoholic. Trabalho bêbado! Traduzida do Dilmês para o português, assim fica a declaração de Dilma Rousseff : - Sou uma trabalhadora bebum!!!
Revelando, de quebra, como eu disse no começo da postagem, a origem do abjeto e indecifrável dialeto : Dilma trabalhava bêbada! O tempo todo! Workalcoholic que se declara! Aliás, trabalhadora? Tá bom. Dilma tem-se mesmo em alta e irreal conta, megalomania típica de comunistas com aspirações a ditadores
Pudera. Quem sai aos seus, não degenera. Fiel discípula de seu mentor e antecessor Lula, o sapo barbudo, o seboso de Caetés, o Nove-dedos, Dilma deu continuidade não apenas à ideologia e ao modo de governo de seu preceptor - formação de quadrilhas, saques e rapinas do erário público -, mas também mimetizou-lhe em seus hábitos pessoais. E entrou na cachaça! 
Aí, o repórter não aguentou. Encerrou a entrevista e ainda ironizou : "muito bem falado, Dilma." É a vingança do português. É o português fazendo piada com o brasileiro. Aliás, o brasileiro mesmo se fez essa piada de mau-gosto, Lula, Dilma e toda a corja do PT.
Devo, muito a contragosto, nesse caso, assumir a minha concordância com Dilma Rousseff. Se eu pudesse ser também um workalcoholic, trabalharia muito mais feliz, sofreria muito menos no carregar de meu fardo, no cumprir de minha faina, as horas de trabalho passariam céleres. Mas, infelizmente, trabalhar bebum parece ser, como tantos outros, foro privilegiado concedido apenas aos políticos desse país.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Botaram no Fiofó da Dilma. Mas Só a Cabecinha (Ou : o Brasileiro é Cordial até na Hora do Troca-Troca)

Depois de intermináveis palavrórios e surreais verborragias, depois de infindáveis romarias de sandices, o saldo final do Senado Federal : Dilma Rousseff fica impedida, em definitivo, de ser Presidente da República - de ser presidenta, as gramáticas e os dicionários a impediam há muito tempo. Impedida de ser Presidente, porém, não de concorrer a ou de exercer qualquer cargo público, sinecura ou teta da União que lhe forem confiados. 
Ou seja, botaram no cu da Dilma, mas só a cabecinha. E ainda com vaselina, KY e creme rinse Colorama!
Até então, no meu parco e porco entendimento, sempre supus que, ao ser cassado, ao ser enxotado para fora do poder público feito o cão sarnento que é, o sujeito, automaticamente, ainda que, infelizmente, de forma temporária, por 8 anos, ficava impossibilitado de atuar na vida pública, inelegível; a exemplo, o ex-presidente Collor. Isso, até ontem.
Ontem, usando o termo empregado pelos próprios parlamentares que conduziram Dilma para fora do Planalto, pela saída de serviço, o Senado Federal "fatiou" a votação. Votaram no impeachment e, em separado, na manutenção ou não dos direitos políticos de Dilma Rousseff; quando, repito, sempre nos foram dados exemplos de que os dois processos, cassação e inelegibilidade, eram organicamente atrelados.
Impediram Dilma da Presidência da República, mas mantiveram seus direitos políticos. Já nas próximas eleições, Dilma poderá se candidatar a qualquer cargo eletivo que lhe aprouver, até mesmo, julgo eu, ao de Presidente; já amanhã (hoje) poderá assumir qualquer pasta, secretaria ou ministério que algum aliado julgar por bem lhe outorgar.
Botaram no cu da Dilma. Mas só a cabecinha. E ainda com vaselina, KY e creme rinse Colorama. E ainda chamaram para algoz da sentença um cara de pau pequeno. Quando deveriam ter jogado areia, chamado o Kid Bengala e dito : vai lá, Kid, sem dó, enterra até as bolas!
O brasileiro é cordial até no troca-troca!
O que mostra, mais uma vez, o que repito à exaustão por aqui : não há correntes ideológicas divergentes que justifiquem quase 30 partidos no Brasil, a briga entre eles não é em defesa de um ideal ou de uma maneira de governar, não há esquerda ou direita verdadeiras no Brasil, todo mundo é ambidestro na política brasileira, roubam com as duas mãos, a única ideologia que os rege - a todos - é a do poder pelo poder.
Tudo encenação, a rivalidade partidária no país.O político brasileiro se equilibra habilmente num prodigioso malabarismo - talvez único no mundo : todos os partidos são inimigos uns dos outros e todos são amigos entre si, ao mesmo tempo. Todos são  inimigos, até que venha o segundo turno. Nos palanques e diante das câmeras, digladiam-se; findo o expediente, tenho certeza, abraçam-se, congratulam-se por mais um dia de trabalho e saem juntos para tomar um chopp, para um happy hour, tudo às nossas custas, claro.
A impressão que me passou a tal da votação fatiada foi a de que a coisa, nos bastidores, pode ter transcorrido mais ou menos assim : a oposição chegou para Dilma e disse : - o seguinte, Dilma, Lula e petralhas em geral, vocês cagaram. Cagaram feio. Brabo. E ainda sentaram em cima e espalharam. Nós vamos usar essa cagada para colocar em vossos vermelhos e estrelados cus, tudo bem? Da mesma forma que, pegassem-nos em similar vacilo, valeriam-se de mesmo expediente para nos infligir semelhante sodomia. Mas será uma enrabada apenas simbólica, alegórica, enrabada pra tucano ver. Colocaremos em seus abastados rabos com todo o jeitinho, com o jeitinho que tornou nossa nação mundialmente famosa. Colocaremos em vossos corruptos cus, mas com vaselina e só a cabecinha, vocês deixarão o centro do poder, mas continuarão a orbitá-lo, como os parasitas que sempre foram.
Botaram no cu da Dilma. Mas só a cabecinha.
O brasileiro é cordial até na hora do troca-troca. Cordial não é bonzinho, gentil, cordato. Cordial é aquele que, por interesses escusos e sub-reptícios, espera do outro reciprocidade de tratamento, que espera que o outro fique a lhe dever um favor.
Quem não deve, não teme pelo próprio cu. Mas todos devem na política brasileira. Quando forem os tobas do PMDB, do PSDB etc que estiverem na reta, esperarão em troca a mesma gentileza no rompimento de suas pregas que concederam a Dilma Rousseff.
E há de se entender, admitamos. Não sei, não, posso estar errado, e comumente estou, mas a julgar pela leveza e elegância dos passos e dos caminhares de Dilma, pela fineza e delicadeza de seus modos, maneiras e falas, não me surpreenderia se, por debaixo daquele tailleur vermelho, daquele vestidinho da Mônica, daquele uniforme da comunista moderna, existisse um grelo de uns 20 cm. Pelo menos. 
Todo cuidado é pouco na política nacional, meus amigos. Pãããããããããta que o pariu se é! Até eu teria feito um acordo, um conchavão.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

A Vaca do PT Vai Pro Brejo, Finalmente

Começou o julgamento final do impedimento da presidanta Dilma Rousseff, aquela que foi sem nunca ter sido. Agora, finalmente, a vaca do PT vai definitivamente para o brejo.
O processo todo segue um ritual digno de um circo, é verdade; de um teatro burlesco, de teatro de revista, com vedetes de perna de fora e tudo; horas e horas de muita palhaçada, de muito discurso desse e daqueloutro senador sobre o que todo mundo já sabe : que Dilma e o PT são os maiores ladrões que esse país já teve - e olha que sempre fomos muito bem servidos nesse quesito -, e que o impeachment da presidanta já são favas contadas.
Mas apesar de toda a encenação, de todos os protocolos, de todos os prolegômenos, o motivo é dos mais justos : colocar o PT para fora do Planalto, e , com ele, espero, liquidar, exterminar com todas as chances da esquerda assumir novamente o poder, seja por detrás de qual legenda ela se esconda feito lobo em pele de cordeiro. É o fim da esquerda.
Lula, que sem mais o quê, só pode mesmo falar suas besteiras costumeiras, pronunciou-se : classificou como "a semana da vergonha nacional" o início do julgamento do impeachment de Rousseff. 
"Estou envergonhado de perceber que o Senado, que deveria estar debatendo os interesses do povo brasileiro e os interesses dos trabalhadores, está discutindo a condenação de uma pessoa inocente", disse Lula, que questionou a legitimidade do julgamento. "Hoje é o dia em que começam a rasgar a Constituição do país". 
Grande e fedorenta bosta o que Lula diz. Que credibilidade o sapo barbudo ainda julga ter? 
A Constituição do Brasil não está a ser rasgada; pelo contrário, está é a ser respeitada, seguida à risca. E é justamente isso que causa estranheza e deixa sem defesas os do PT, é isso que os faz espernear inutilmente. São os vermelhoides os que não têm o costume de seguir as leis, são eles que sempre viveram e tiraram suas forças da ilegalidade, da clandestinidade, eles é que sempre fizeram das sombras a sua plataforma política.
É chover no molhado, eu sei, mas foi a corja vermelha que, na década de 1960, quis tomar o poder na marra, na base da metralhadora, de ações de guerrilha, de muito sequestro e assalto a bancos. Foi a corja vermelha que, em 2003, no início do primeiro mandato de Lula, começou sub-repticiamente, um trabalho de aparelhamento do Estado, como forma de tornar propriedade de um partido o que é público, o que é patrimônio de toda uma nação, e que é o que todo governo comunista faz, toma o Estado como sua propriedade particular.
Da primeira vez, foram impedidos pelo valoroso Exército Brasileiro, sempre pronto e treinado a repelir e a rechaçar os inimigos da nação, sejam eles externos ou internos - alguém ainda é capaz de dizer que os militares erraram em seu julgamento de que essa canalhada é inimiga da nação?; os militares pecaram por certos excessos no combate aos criminosos, vitimando igualmente alguns inocentes úteis, mas o julgamento deles a respeito do risco iminente à soberania nacional foi exato e preciso.
E, agora, foram impedidos de trocar o verde de nosso lábaro estrelado pelo vermelho-stálin por um Estado democrático de direito, que é para não terem a desculpa de dizer que foram presos e julgados sumariamente.
Mas continuarão insistindo nisso. Lula e seus sei lá quantos ladrões insistirão na história do golpe até os últimos de seus dias, até os seu leitos de morte.
Não foi golpe. Uma vez que tudo foi - está- sendo feito seguindo os trâmites previstos na Constituição, não é golpe. Golpe, deu o PT no país.
E também, a essa altura do campeonato, pouco importa se foi golpe ou não, o mais importante é que mais uma vez a tentativa de instalar no Brasil um estado comunista foi frustrada, foi derrubada.
Querem viver num país esquerdista? Vão para Cuba, para a Venezuela, para a Coreia do Norte.
Vão pra lá, vão, seus porras! Provar da democracia comunista!
Dilma expressando os seus mais sinceros sentimentos ao povo brasileiro. Tomar no cu? Ora, vá você, Dilma. Aliás, já tomou, né?

quinta-feira, 12 de maio de 2016

55 x 22 : Melhor que o 7 x 1 Contra a Alemanha

Sou um homem que não se alegra por pouco. Não sou de ficar com sorriso de selfie (leia-se de idiota, de retardado) o tempo todo na cara. 
Pensei que dificilmente um outro placar fosse me dar tanta satisfação como o do 7 x 1 contra a Alemanha na última Copa, o nabo que a selecinha de semianalfabetos liderados por pelo asno-mor Neymar levou dos alemães; melhor, o nabo não : o chucrute que levaram no toba canarinho.
Pois me enganei. Felizmente. O placar abaixo é muito melhor. No 7 x 1, o Brasil perdeu, mas o Brasil do jeitinho, do futebol, da idiotice, do vagabundo. No de hoje, o Brasil ganhou, o Brasil que se cansou dos ladrões vermelhos do PT, da corja comunista que deveria ter sido exilada definitivamente lá na década de 70, a grande cagada foi João Baptista Figueiredo ter assinado a anistia para essa vagabundada. Ganhou o Brasil da classe média, que é quem trabalha e carrega e sustenta esse país de empresários corruptos bilionários e de miseráveis preguiçosos e vitiminhas, ambos beneficiados pelo PT nesses quase 13 anos de Idade das Trevas. Mil anos de Idade Média não causaram o mesmo estrago para a Europa que 13 anos de PT para o Brasil. Ganhou o Brasil de direita, o Brasil direito e ordeiro, que aqui comunista safado e filho da puta não se cria por muito tempo. Ganhou o Brasil ficha-limpa, não o dos terroristas fichados por assalto a banco, sequestros, roubo de armas.
Brasil 55 x 22 PT 

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Dilma's Day. Ou, o Dia Nacional do Tchau, Querida

Dia dos namorados é o dia em que o cara dá um bouquet de rosas em botão para a namorada na intenção de ser retribuído com o butãozinho dela; em que o namorado investe num anel de ouro com vistas ao anel de couro. Dia dos namorados é o dia dos pombinhos arrulharem o seu amor aos quatro ventos e se cagarem de paixão, dia dos nubentes fazerem votos e juras de cativeiro perpétuo.
Mas e um dia para que se comemore - plagiando o Chapeleiro Louco, de Lewis Carrol - o desnamoro? O rompimento? Para que se celebre a alforria do pau agrilhoado?
Sim. É uma questão de simetria. De compensação cármica. De equilíbrio cósmico e universal. Para toda uma ação impensada, uma reação corretiva, para todo veneno, um antídoto, um vomitivo.
Proponho, pois, inspirado pela atual conjuntura política do país, a criação, via projeto de lei ou pec, de um antidia dos namorados, de um dia do pé na bunda. E que a sua comemoração seja instituída na data de hoje, 11 de maio, pois outra mais emblemática não haverá.
Hoje, 11 de maio, é o dia em que o Brasil corno, porém, varonil, dará um pé na bunda de Dilma Rousseff, o dia em que o Brasil direito (e de direita), o Brasil trabalhador, o Brasil da classe média, que é quem carrega essa porra nas costas, dará o bilhetinho azul para a pérfida, para a traidora, para a infiel Dilma. O dia - com possibilidades de até ser feriado, dada a sua importância histórica - em que os comunistas começarão a ser enxotados do poder feito cães sarnentos, banguelos e raivosos que são.
O dia que, à moda dos americanos, uma vez que brasileiro adora copiar os sobrinhos do Sam, poderá ser batizado de o Dilma's Day, ou, à moda mais informal, esculachada e tupiniquim (que eu prefiro), de o Dia Nacional do Tchau Querida.
Dilma fez promessas de campanha e não as cumpriu : tchau, querida; Dilma deu pedaladas fiscais : tchau, querida; Dilma chafurdou, roncou e fuçou no chiqueiro do petrolão, na pocilga do pré-sal : tchau, querida. Dilma saudou a mandioca, por pouco não a condecorou com a ordem do Cruzeiro do Sul, tchau, querida; Dilma criou a Mulher Sapiens, tchau, querida; Dilma quis ensacar vento, tchau, querida; Dilma não tinha metas, mas se as atingisse, pretendia dobrá-las, tchau, querida; Dilma criou a "mosquita" da dengue, tchau, querida; Dilma, conforme reportagem da revista Isto É, é uma doente mental sob tratamento para esquizofrenia, tchau, querida.
Com a instituição do Dilma's Day, ou, do Dia Nacional do Tchau, Querida, o 11 de maio passa a ser o dia oficial para mandar a sua querida ir catar coquinho, fazer a sua querida rolar rampa do planalto abaixo, passar a faixa presidencial para a vice. Você, jovem inocente, puro e besta, ignorante das artes, artimanhas, ardis e arapucas da buceta (esses moços, pobres moços, ah, se soubessem o que eu sei...), não hesite em dar um tchau para a sua querida à menor demonstração de descumprimento de promessas feitas no início de namoro, de tentativas de aparelhamento de seu Estado (civil) e de monopólio do seu petrolão. 
Começou a reclamar do futebol e da cerveja com os amigos? Tchau, querida. Da tampa da privada levantada? Tchau, querida. Da toalha molhada no chão ou em cima da cama? Tchau, querida. Da sua cueca predileta, aquela frouxa, que deixa o passarinho botar a cabeça pra fora, com furo no saco e encardido de freada de bicicleta? Tchau, querida. Das suas bufas, contingência natural do metabolismo mais acelerado do homem? Tchau, querida. Começou a exigir que você almoce todos os domingos com a mãe dela e depois assista ao futebol e ao Faustão com o sogro? Tchau, querida. Quer casar na igreja? Tchau, querida. Antes, ela engolia e pedia mais, agora ela faz cara de nojo e cospe? Tchau, querida. Antes, ela oferecia, agora ela tá regulando o cuzinho? Tchau, querida. Tá pedindo pra você depilar o saco? Tchau, querida.
Tchau, queridos!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

O Dicionário Dilma Rousseff Para Feministas "Ignorantas"

Dilma Rousseff continua firme e destemida em sua íntima e particular reforma gramatical, em sua pessoal cruzada neologística em prol de um feminismo estúpido e anacrônico, bem anos 60, com os sovacos bem cabeludos e os peitos bem muxibentos, rançoso, encruado e revanchista.
O primeiro vocábulo a padecer nas mãos de Dilma foi o próprio substantivo que designa o posto que ocupa frente à nação. Dilma fez - pensa que fez - uma operação de mudança de sexo em "presidente", pensa que o emasculou, típico de feminista portadora da freudiana inveja do pênis, quer cortar tudo quanto é cacete que vê pela frente. Dilma pensa que cortou o pau do presidente : criou a palavra "presidenta".
Ora porra, presidente é aquele que preside algo, ou a algo. É substantivo de dois gêneros, não sofre flexão de gênero. A seguirmos a reforma gramatical de Dilma, e a exemplos da idiotice absurda, inadmissível a quem ocupa tão elevado posto, à mulher que estuda - a estudante -, deveríamos passar a tratar por estudanta; à médica em período de residência - a residente -, por residenta; à mulher que faz comércio - a comerciante -, por comercianta; e a Chefes de Estado (ou Chefas?) como Dilma, por ignorantas. Será que os envelopes utilizados na correspondência presidencial tiveram o seu remetente - aquele que remete - também castrado e transformado em remetenta? Remetenta : Presidenta Dilma Rousseff.
Mais adiante, já dona e assenhoreada do poder, com a autoestima presidencial lá no alto, Dilma ousou ainda mais. Fez muito mais que simplesmente criar uma palavra, criou uma nova espécie biológica. Fez Carl Von Lineé, o pai da classificação e da nomenclatura científica, revirar-se na tumba. Em junho do ano passado, em seu discurso de abertura dos importantíssimos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas - a olimpíada da tanga, do tacape, da piroga e do cochilo na rede -, depois de saudar a mandioca, Dilma, emocionada com o presente recebido de uma tribo da Nova Zelândia, uma bola feita de folhas de bananeira, versou sobre a importância da bola no surgimento e na formação do Homo Sapiens, e também das Mulheres Sapiens. Pãããããta que o pariu!!! Homo Sapiens designa todos os indivíduos pertencentes à espécie humana atual, nomes científicos de espécies com dimorfismo sexual também são comum de dois. Dilma criou uma nova espécie. Uma espécie formada apenas por indivíduos do sexo feminino. Ou seria melhor dizermos indivíduas? E como se reproduzirão as Mulheres Sapiens? De forma assexuada, por cissiparidade ou divisão binária? Feito as bactérias e as amebas? Isso bem explicaria a cara bonita da Dilma.
Agora, Dilma Rousseff, para mostrar que não se deixa abalar pela crise, volta à carga e inventa uma nova palavra : "mosquita". Em entrevista coletiva no Rio de Janeiro, como parte da campanha nacional de mobilização contra o Zika Vírus e o seu vetor, o mosquito Aedes aegypti, Dilma brindou seus ouvintes com o neologismo "mosquita", inexistente nos dicionários oficiais da Língua Portuguesa. Dilma Rousseff não se fez de rogada, fez uso da "mosquita" por três vezes em sua fala, que, aliás, está de uma coerência cada vez maior, de um brilhantismo sem precedentes, uma joia da eloquência e loquacidade. Deliciem-se:
"A 'mosquita', ela, é a 'mosquita' que põe em média 400 ovos. Se você considerar que a 'mosquita' transmite também [o vírus], que é ela que pica, que ela que provoca a contaminação das pessoas. Portanto, se for uma senhora grávida, uma moça grávida, o que acontece? Há um grande risco de a criança, se isso ocorrer nas primeiras semanas de gestação, ter microcefalia"
Em tempo : a seguir o "raciocínio" de Dilma, o macho da mosca é o mosco e o da aranha, o aranho. Pãããããta que o pariu!!!

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Pérolas do ENEM? Porra Nenhuma! O Negócio Agora São as Pérolas da Dilma

Do Blog do Beto
Acompanhem a excelência do português de nossa presidente.

Neurônio de jaleco
“Uma das pessoas, inclusive, me disse: ‘o médico não me toca’. Ela queria que o médico lá tocasse… porque aquilo que a gente… pelo menos meu médico sempre me apalpou”.
(Dilma Rousseff, aproveitando a passagem pelo Rio Grande do Norte para avisar que as pacientes do Mais Médicos serão respeitosamente apalpadas pelos jalecos importados.)
Neurônio livre
“É importantíssimo que o ensino médio, no Brasil, não seja um ensino pura e simplesmente livresco. Tem de ser livresco porque todo aprendizado é livre, mas tem de ser técnico também”.
(Dilma Rousseff, em entrevista coletiva dada a rádios mineiras e transcrita pelo Portal do Planalto, internada por Celso Arnaldo ao atribuir à palavra livresco um sentido tão estapafúrdio que é preciso dar-lhe o benefício da dúvida: pode ter havido um erro de transcrição ─ se bem que esse livresco em dilmês faça o maior sentido)
A maldição do neurônio
“Estamos fazendo tudo isso para evitar a maldição do petróleo, e todos aqueles que teorizaram a maldição do petróleo foram os países que criaram a Opep, que é um país rico com nação e povo pobre, essa era maldição”.
(Dilma Rousseff, durante a assinatura de um contrato para construção de duas plataformas de petróleo, mostrando o que acontece quando o neurônio solitário fica sem combustível)
Neurônio irrecuperável
“Os meninos têm tanta importância quanto as meninas, e eu sempre disse que é. É, sabe por quê? Uma vez uma moça me disse o seguinte: tá certo, nós mulheres somos mães, porque não tem homem na Terra, nessa Terra, que não tenha uma mãe. Então, na verdade, está tudo em casa e em família. Então, a importância das mulheres é uma coisa que beneficia todos os homens também”.
(Dilma Rousseff, na cerimônia de formatura de alunos do Pronatec, em Uberlândia, internada por Celso Arnaldo ao demonstrar mais uma vez que, no Brasil governado pelo lulopetismo, educação básica e capacidade mínima de raciocínio deixaram de ser requisitos até para se chegar ao mais alto posto do país.)
Neurônio full time
“Eu sempre lutei pelo CAPS AD 24 horas, sabe por quê, o 24 e todos os dias da semana? Por causa do seguinte, não dá para a gente acreditar que a pessoa não fica passando mal de madrugada. Às seis horas da tarde, se fechar o CAPS AD, o que é que a pessoa faz se passar mal às sete, às oito, às nove e às dez?”
(Dilma Rousseff, em entrevista coletiva dada hoje a rádios mineiras, internada por Celso Arnaldo ao demonstrar que finalmente compreendeu por que os serviços de saúde de emergência devem funcionar dia e noite.)
Neurônio federal, estadual e municipal
‘Eu sou presidenta de todos os brasileiros. O governador é governador de todos os moradores do estado do Rio de Janeiro, e o prefeito é prefeito de cada uma das populações da sua cidade”.
(Dilma Rousseff, durante anúncio de investimentos para implantação da Linha 3 do Sistema Metropolitano do Rio de Janeiro, em São Gonçalo, internada por Celso Arnaldo ao apresentar sua versão em dilmês do princípio fundamental da Teoria Geral do Estado.)
Neurônio sem rumo
“Estou com o ministro Edison Lobão, de Minas e Energia, porque nós vamos lá em Itaboraí… desculpa, eu não vou em Itaboraí, eu vou lá em Inhaumá. Em Itaboraí eu ainda irei. É que eu vi… como eu vi o Comperj, eu vi o prefeito, eu falei assim para mim mesma: eu vou lá no Comperj. Mas hoje, viu prefeito, eu não vou no Comperj, não, eu vou lá em Inhaúma, no estaleiro, por isso que eu estou aqui com o ministro Lobão”.
(Dilma Rousseff, em São Gonçalo, internada por Celso Arnaldo ao comprovar que, na presença perturbadora do ministro Lobão, ela nunca sabe onde está, nem para onde vai.)
Neurônio desértico
“Porque, para se reservar água, é necessário ter onde reservar água”.
“Esse processo é um processo que ele é muito importante porque passa por uma compreensão diferenciada da situação. Isso que foi dito aqui: que não é necessário combater a seca, essa é uma visão errada, que nós todos concordávamos que nós temos que conviver com ela, e conviver com ela significará domá-la. É, na verdade, isso: conseguir gerenciá-la, conseguir fazer com que a população não tenha as consequências danosas que a seca produz”.

(Dilma Rousseff, internada por Celso Arnaldo depois de dois grandes momentos durante o anúncio do “Água para todos” ─ o primeiro programa contra a seca no Nordeste que não é contra a seca do Nordeste.)

terça-feira, 28 de julho de 2015

Dilma Explica o Pronatec

Quando todos pensavam que Dilma Rousseff já havia atingido o seu apogeu de estadista e grande comunicadora, o seu pináculo de oradora e porta-voz dos desejos da nação em seu inesquecível, inspiradíssimo, "coerente" e "muito bem articulado" discurso em louvor à mandioca e a uma bola feita de folhas de bananeira por nativos da Nova Zelândia, ela reaparece em brilho de superior quilate e fulgor.
Desmentindo e dando um tapa com luva de pelica na cara lavada de seus opositores e dos pessimistas de plantão, que julgaram que a seu zênite só poderia sobrevir o seu nadir, ela reaparece em um discurso ainda mais lógico, lúcido, luzente, preciso, coeso e bem formulado que o da mandioca.
Dilma Rousseff mostra que não está acabada, como querem seus detratores. Prova que está no pleno exercício de suas faculdades mentais e de seus poderes e atribuições de chefe de Estado. Mostrando exatamente a que veio, Dilma explica agora o sistema de vagas e metas do Pronatec, O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, com a palavra, a Presidanta : 
"Não vamos colocar meta. Vamos deixar a meta aberta, mas quando atingirmos a meta, vamos dobrar a meta."
Alguém entendeu picas? O que esperar de um político desse no comando de uma nação, de um povo? Melhor (pior) : o que esperar de uma nação, de um povinho que põe, por duas vezes consecutivas, ou por quatro vezes se contarmos as duas anteriores do Lula, um político como esse no comando de suas vidas e de seus empregos?

Em tempo : independente da clara incompetência de Dilma e do PT como governantes, a ideia do Pronatec é boa, muito boa. Não sei se a sua efetivação é feita no mesmo nível de seu conceito, não sei se a prática coaduna com as sempre belas linhas postas no papel, ou se o programa acaba servindo mais a interesses políticos eleitoreiros, a mais um canal para desvios de verba e outras maracutaias, mas a ideia é boa, sim.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

A Festa da Mandioca da Dilma (Ou : Trabalhar Que é Bom Ninguém Quer)

O único adjetivo e o único sentimento possíveis de serem manifestados frente à desgraça dessa foto é : revoltante. Isso, é claro, se você for um cidadão honesto, trabalhador, ordeiro e pagador de seus impostos. 
Pelo contrário, se você for da esquerda, do PT, de algum movimento dos sem-terra, dos sem-teto, dos sem-a-puta-que-o-pariu, de alguma ONG, ou fazer parte de alguma "minoria" com a qual a "sociedade" tem uma infinita "dívida histórica", ou seja, se você compor a corja cada vez maior de encostados que se alastra por terras de Pindorama, a vida nunca lhe pareceu uma festa tão grande.
Estão na foto a presidanta que você não elegeu - segurando e louvando uma "bola" feita de folhas de bananeira, depois de ter saudado a mandioca em um discurso totalmente desconexo e mal construído, como se escrito por um disléxico analfabeto - e a indiarada a abraçá-la, a adorar a grande cacique branca Dilma. Ou seria a cacica Dilma? 
Todo mundo alegre, feliz, gordo e corado. Todo mundo representando nosso país nos importantíssimos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, a Copa do Mundo da Tanga, do Tacape, da Piroga e do Cochilo na Rede, todo mundo viajando, se hospedando e comendo de graça. Nosso país, de quem, cara-pálida? E de graça, porra nenhuma : às custas do trabalhador.
É muito vagabundo para um país só! Trabalhar que é bom ninguém quer! Querem terras, querem teto, querem cotas, querem cargos públicos de confiança, querem privilégios, só não querem trabalhar. Alguém já viu algum grupo dos sem-emprego invadir, por exemplo, uma fábrica e tomar à força seu lugar numa linha de montagem? Ou um canteiro de obras e amassar um cimento, quebrar umas pedras e assentar uns milheiros de tijolos?
É a Festa da Mandioca da Dilma Rousseff!!! E a mandioca, todos nós sabemos no cu de quem está entrando.
Revoltante.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Dilma Rousseff Saúda a Mandioca do Zé Bonitinho

Há textos que escrevo e dos quais gosto muito; fico a admirá-los, a relê-los, a lambê-los feito vaca à cria. Imodestamente, considero que, às vezes, opero verdadeiros milagres com os meus parcos e porcos recursos literários e meus limitados conhecimento e domínio da última flor do Lácio, inculta e bela.
Há, no entanto, muitas vezes, assuntos sobre os quais eu gostaria de escrever aqui no blog - comentá-los, formatá-los a la Marreta (não gosto de simplesmente copiar e colar um artigo ou uma reportagem; gosto de dar minha cara aos textos que aqui publico, aos textos e a tapa), colocá-los sob a óptica distorcida da minha ironia, tornar uma situação ainda mais ridícula e risível, ainda mais absurda do que a realidade a fez -, mas que acabo deixando passar, por pura falta de competência com a caneta.
O assunto dessa postagem é um desses casos. Frente a ele, à sua surreal realidade, declaro-me totalmente incapaz de marretá-lo. Ele já é de um absurdo irretocável. É o discurso proferido pela presidanta Dilma Roussef na abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas. É a Olímpiada da Tanga, do Tacape, da Piroga e do Cochilo na Rede, que ninguém é de ferro.
Só posso dizer que é um daqueles raros casos em que o aprendiz supera o mestre. O ex-presidente Lula, que ficou famoso pelos seus pronunciamentos estapafúrdios e por suas metáforas esdrúxulas, acaba de perder sua coroa, Dilma o suplantou, deixou-o a comer poeira. O mestre deve estar orgulhoso, ou roendo-se de inveja.
O discurso teve seus dez minutos iniciais, de um total de aproximados vinte e três, gastos com agradecimentos a políticos e lideranças em geral, tudo escrito direitinho pelos assessores, tudo nos conformes. Da metade para a frente, Dilma Rousseff se empolgou e resolveu andar com as próprias pernas, resolveu improvisar. Deu-se a desgraça.
Destaco a seguir alguns trechos do discurso da presidanta, aqueles que considero os mais inspirados. Morra de inveja, Martin Luther King. Revire-se no caixão, Padre Antônio Vieira.

"Eu acredito que é necessário que nós tenhamos muito orgulho da formação histórica deste país, para além do fato que cada povo indígena representa uma cultura especial, nós temos de ter um imenso orgulho de, na composição da nação brasileira, nós sermos uma mistura de várias etnias. E aqui, hoje, nós estamos saudando uma delas: nós estamos saudando a etnia indígena, que trouxe para nós não só - como disse aqui, muito bem, a nossa vice-governadora, representando o governador -, o sabor dos nomes que estão em todas as nossas cidades, de fato, mas também eu queria saudar, porque nenhuma civilização nasceu sem ter acesso a uma forma básica de alimentação. E aqui nós temos uma, como também os índios e os indígenas americanos têm a dele, nós temos a mandioca. E aqui nós estamos comungando a mandioca com o milho. E, certamente, nós teremos uma série de outros produtos que foram essenciais para o desenvolvimento de toda a civilização humana ao longo dos séculos. Então, aqui, hoje, eu estou saudando a mandioca. Acho uma das maiores conquistas do Brasil."

Os índios e os indígenas? Yes, nós temos mandioca, mandioca pra dar e vender, mandioca, menina, tem vitamina, mandioca engorda e faz crescer. Saudando a mandioca? Pãããta que o pariu!!!! Valha-me São Zé Bonitinho! Uma das maiores conquistas do Brasil? A mandioca, uma conquista. Genial.
Homenagem prestada à mandioca, Dilma, que durante todo o discurso ficou a segurar uma bola tosca e primitiva, feita de folhas de bananeira, usada por nativos da Nova Zelândia, resolveu também fazer sua ode à pelota, uma vez que Chefe de Estado do país do futebol.

"Eu tenho certeza, e aqui eu queria mostrar o que é a nossa relação antiga com o esporte. Aqui tem uma bola que eu passei o tempo inteiro testando. É uma bola que é uma bola que o Terena me presenteou e que eu vou levar - e ela vai durar o tempo que for necessário -, e ela vem de longe, ela vem da Nova Zelândia. E é uma bola que eu acho que é um exemplo, ela é extremamente leve. Eu já testei e ela quica. Eu testei, eu fiz assim uma embaixadinha, minto, uma meia embaixadinha. Bom, mas eu acho que a importância da bola é justamente essa, o símbolo da capacidade que nos distingue como.. nós somos do gênero humano, da espécie Sapiens. Somos aqueles que têm a capacidade de jogar, de brincar. Porque jogar é isso aqui: o importante não é ganhar e, sim celebrar. Isso que é a capacidade humana, lúdica, de ter uma atividade cujo o fim é ele mesmo, a própria atividade.
Então, o esporte tem essa condição, essa benção. Ele é um fim em si e daí porque não é ganhar, é celebrar, é participar dos jogos indígenas. É participar celebrando o que significa essa atividade que caracteriza primeiro as crianças. Atividade lúdica de brincar, atividade lúdica de ser capaz de jogar.
Então, para mim essa bola é um símbolo da nossa evolução. Quando nós criamos uma bola dessas, nós nos transformamos em Homo sapiens ou “mulheres sapiens”.

Uma bola que é uma bola? Chamem o Quico do Chaves e sua bola quadrada!!! E os evolucionistas estão em polvorosa, estão a rever e a revirar seus estudos, compêndios e anotações : foi a bola que nos tirou de cima das árvores, que nos amputou o rabo e nos deu alforria das cavernas. Maldigam Darwin! Rasguem A Evolução das Espécies. Mulheres Sapiens? Com certeza, não é o caso dela, de Dilma Rousseff. Primeiro, presidenta; agora, mulheres sapiens. Valha-me, Tupã!!! Falando sério, ô, mulherzinha ridícula, essa Dilma Rousseff. Como sabiamente disse o Jotabê, do blog Blogson Crusoe : "Essa necessidade de afirmação da igualdade de gêneros (presidenta, mulheres sapiens) não apenas beira o, mas atola no ridículo. Só faltou falar que homo sapiens significa gay sabichão (ou, melhor ainda, sabichona)". Sabichona, sábio bichona! Jotabê é o rei do trocadilho!

"É um momento histórico, porque mais de dois mil atletas, para nós brasileiros, mais de dois mil atletas indígenas vão participar. E aí eu quero dizer que vocês têm uma tradição de bons atletas, os guerreiros. Os guerreiros que aqui me contaram a corrida da tora e eu estou impressionada. Eu de fato não tenho a menor condição de participar de uma corrida da tora."

A corrida da tora é a indiarada correndo pelada! É pau-brasil pra tudo quanto é lado. Primeiro, louva a mandioca, depois diz que não tem condição de encarar uma maratona de tora? Quanta modéstia, presidanta... Pois eu tenho. Se alguém colocar uma tora vindo atrás de mim, eu corro mais que o Flash, mais que o Forrest Gump.
A Dilma tava muito doida! Fosse o Lula, a explicação seria das mais fáceis : o nove dedos tava com a cara cheia de cauim, uma aguardente indígena fermentada a partir da tão elogiada mandioca. Mas nem o cauim explica tamanho amontoado de sandices. Acho que a Dilma tomou foi uma boa talagada do Santo Daime.
Dilma Rousseff e a bola que é uma bola, a responsável pela nossa evolução a Homos e Mulheres Sapiens.
Se alguém se interessar pelo discurso na íntegra, é só clicar aqui, no meu poderoso MARRETÃO.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Lágrimas de Crocodilma (Ou : a Comissão da Meia Verdade)

Dilma Rousseff chorou durante a cerimônia de entrega do relatório final da Comissão Nacional da Verdade, que foi criada para investigar as violações aos direitos humanos durante o período de 1946 a 1988. O período inclui o governo militar (1964-1985), alvo principal de Dilma Roussef. A instauração da  Comissão da Verdade diz ter o objetivo de resgatar a verdade e dar uma satisfação às famílias dos mortos e desaparecidos durante o governo militar.
Porém, é uma comissão da meia verdade : é bom que se frise, ela investigou apenas os crimes cometidos pelos militares durante o governo militar, só os crimes de suposta autoria dos militares.
Que tal investigar também os crimes cometidos por civis durante o governo militar? Pelos grupos de guerrilheiros, compostos de sequestradores e assaltantes de bancos, de um dos quais, inclusive, nossa presidente fazia parte? Que tal também começar a investigar a verdade sobre os mortos e desaparecidos por obra dessas guerrilhas? Que tal investigar também os crimes de subversão dessas quadrilhas de civis, crimes esses que desencadearam os crimes cometidos pelos militares em sua oposição? Que tal, só para variar, começar a investigar a causa e não os efeitos?
Sim, porque os abusos cometidos pelos militares durante seu período governista foram o efeito - a reação - às ações criminosas de civis, como Dilma e seus companheiros de luta armada.
Ficou bem claro o cárater revanchista dessa Comissão da Verdade. E não só revanchista : a Comissão da Verdade quer, na verdade, solidificar em fato inconteste, de uma vez por todas, um falso registro histórico, ou, pelo menos, uma falsa e tendenciosa interpretação dele, a de que Dilma e seus companheiros foram obrigados a pegar em armas para combater uma ditadura desumana em prol da democracia.
Foi bem o oposto, a tomada militar do poder é que veio em reação à turma da Dilma, que nada queria com a democracia, mas sim instalar por aqui a chamada ditadura do proletariado, transformar o Brasil numa grande Cuba.
O relatório final da chamada Comissão da Verdade vai colocar Dilma, juntamente com seus cupinchas, na posição de heróis, de benfeitores da nação. Vai gerar também mais uma infinidade de indenizações às famílias dos "perseguidos" pelos militares, mais e mais Bolsas-Ditadura serão distribuídas.
Sim, existem as Bolsas-Ditaduras. Os cartunistas Ziraldo e Jaguar, o escritor Carlos Heitor Cony, o ex-presidente Lula, o atual presidente do PT Rui Falcão etc etc, recebem polpudos salários por terem "combatido a ditadura". O valor já gasto com essas bolsas-ditadura ultrapassa os 4 bilhões de reais, tudo na conta do trabalhador.
Só para citar um louvável contraexemplo, Millôr Fernandes, também do Pasquim, foi igualmente perseguido pelo governo militar, mas não entrou com pedido de indenização, ele fez o que fez porque acreditava, sabia das consequências, não ficou se fazendo de vítima, de coitadinho. Millôr Fernandes, diferentemente de seus contemporâneos, tinha vergonha na cara, muita vergonha na cara, disse que a luta pela ditadura não era uma poupança. Perfeito, o Millor.
E por que esses sujeitos têm de ser ressarcidos por terem sido perseguidos por um governo ao qual se opunham, o qual queriam desestabilizar?
Ora, vão à merda. Um bando de caras de pau é o que são. Vítimas é o caralho.
Quando o sujeito se dispõe a lutar contra um governo - seja essa luta justa ou não -, ele assume o risco de se dar mal, de tomar no cu. O opositor a um governo é sempre o lado mais fraco da guerra, e ele sabe disso; de livre vontade, ele entra na briga ciente disso.
Acontece o previsto, ele se dana, se ferra, toma lá uns merecidos catiripapos. Logo em seguida, ele vem querer passar por injustiçado, por vítima.
Esses sujeitos não têm a hombridade de assumir a surra que levaram, a honradez de aceitar a derrota e sumir com os respectivos rabinhos entre as pernas. É possível encontrar maior integridade e decência em bandos de babuínos.
Se a luta armada tivesse sido vitoriosa, ela teria produzido montanhas de cádaveres, como vários regimes comunistas fizeram em outros países; como perderam, foram bater à porta do Estado com pires e chapéu na mão. Grandissíssimos filhos da putas, isso sim.
Quem luta verdadeiramente por um ideal, luta tão-somente por esse ideal, não para ser recompensado financeiramente.
Por que esses mercenários ideológicos têm o desplante de achar que os contribuintes brasileiros lhes devem parte de seus impostos na forma de altos salários indenizatórios? Agradecê-los e recompensá-los pelo quê?
Pela restauração da democracia? Por ajudar na ascensão de um regime de governo em que imperam a permissividade, a falta de ordem, as leis favoráveis ao bandido e o assistencialismo ao vagabundo às custas do trabalhador? Eles querem agradecimento e paga por, supostamente, terem lutado por isso?
Dilma Rousseff chorou durante seu pronunciamento acerca do relatório final da Comissão da Verdade, chorou pela lembrança de seus companheiros mortos e desaparecidos, as vitimazinhas indefesas dos militares. 
Acho que ela chorou foi de saudades daquele tempo, tempo em que planejava sequestros, assaltos a bancos, ações armadas em geral; saudades do tempo em que ela e seus companheiros tinham o sonho de se tornarem grandes ditadores, como Fidel e Mao; sonho interrompido pelo governo militar, felizmente. Por isso, a mágoa, a revanche, a Comissão da Verdade.
Dilma Rousseff, disseram, chorou pelas vítimas dos militares, lágrimas de crocodilma.
Resta saber (perguntar, ao menos) quem irá chorar pelas vítimas das quadrilhas de criminosos formadas por Dilma e seus companheiros à época do governo militar.
Ôôô, coitada!!! Tão com dozinha dela, tão?
Não digo dos ingênuos bem intencionados, sobretudo estudantes universitários, que foram usados como massa de manobra, como bucha de canhão, como inocentes úteis pelos grupos terroristas, pois esses realmente foram vítimas (mais até dos comunistas que dos militares), mas os líderes dessas quadrilhas, como foi Dilma Rousseff, apanharam merecidamente. E apanharam pouco. Sequestro, assassinato, assalto a banco, roubo de armas são crimes em qualquer país do mundo, seja qual for o seu regime de governo.