sexta-feira, 28 de novembro de 2025

Pra Ver o Tempo Passar, Cantando Coisas de Amor

Há algum tempo, escuto :
Como o dia
Como a semana
O mês
O ano
O grande amor
A vida
O tempo, enfim
Têm passado rápido...
Tão acelerado que a gente nem vê
Nem sente
(a não ser nas dores na coluna, nas juntas, na paumolescência, no laudo laboratorial do hemograma completo pedido pelo clínico geral, na saudade que bate numa madrugada de inverno, que chega a dar cãibra na panturrilha e no coração).

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Pequeno Conto Noturno (106)

Rubens e Yrina.
Hoje. No passado. No porvir. No que já feneceu. No que nunca virá. No que nunca respirará. No que nunca expirará. No que nunca resplandecerá em pirâmides. No que nunca mumificará. 
Ambos única singularidade. De uma explosão. De um novo Universo.
Ambos única singularidade. De um embrião em câmera criogênica. De uma nova entropia.

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

segunda-feira, 17 de novembro de 2025

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Picão ou Piroquinha (Ou : Trilhas Perigosas)

Via de regra, em todos os sábados, acordo por volta das seis da manhã (primeiro, porque acordo mesmo, durmo pouco e mal; segundo, porque caso não me levante, a gata Nina e a cadelinha Pandora sobem à cama e começam a me importunar a pedir comida), dou ração pras bichinhas, tomo um café forte e vou fazer minha caminhada matinal.