Imorrível?
Sim! Imbrochável? Sim! Incomível? Sim! Invulnerável? Não. Nem os
super-heróis dos gibis o são. Como Bolsonaro, todos tem suas forças,
suas fontes de poder, mas também suas fraquezas, seus calcanhares de
Aquiles.
A
força do Super-Homem vem da radiação de nosso sol amarelo. O poder do
Lanterna Verde, da luz verde de seu anel. A pujança e virilidade de
Bolsonaro, do verde e amarelo de nosso lábaro estrelado.
A
fraqueza do Super-Homem (uma das) vem do verde da kryptonita; perde os
poderes, definha e pode morrer se exposto brilho esmeralda dela; não
bastasse, tem lá Lex Luthor, que vive a lhe atazanar. A fraqueza do
Lanterna Verde é a cor amarela; ele pode ser ferido por qualquer objeto
desta cor; não bastasse, tem lá Sinestro, um Lanterna Amarelo a lhe
complicar a vida.
A
vulnerabilidade de Bolsonaro também vem de uma cor, o vermelho. O
vermelho comunista, o vermelho da esquerdalha; não bastasse, tem todas
as quadrilhas da Esquerda em seu encalço e captura, ávidas por matá-lo
política e literalmente. E arqui-inimigo mais cruel, traiçoeiro e
sanguinário não há.
Em
setembro de 2018, em plena campanha eleitoral, ovacionado e carregado
nos ombros por seu eleitorado, Bolsonaro levou uma facada no abdômen,
desferida por Adélio Bispo, um afiliado ao PSOL, partideco de esquerda
cujas fileiras são um verdadeiro show de aberrações. A lâmina da facada
estava banhada com o veneno radioativo da ideologia esquerdista.
Imorrível,
Jair Bolsonaro sobreviveu. No entanto, a facada esquerdista deixou uma
sequela irreversível, aderências intestinais resultantes do processo de
cicatrização acometem o Mito de tempos em tempos, provocando dor,
inchaço abdominal, cólicas, náuseas, dificuldade de soltar um bom barro,
podendo, se não tratada, colapsar o órgão.
De
2018 até agora, Bolsonaro passou por 16 internações e 7 cirurgias para
tratar das tais aderências; uma média de duas internações por ano.
Parcialmente
recuperado de sua última crise, às portas de ter alta médica, Jair
Bolsonaro resolveu escancarar para o Brasil e para o mundo a sua real
situação, resolveu expor as verdadeiras entranhas do poder, a podridão e
os esgotos da política tupiniquim.
No
sábado, 03/05, publicou em suas redes sociais uma foto explícita, nua e
crua e contundente de seus intestinos e tecidos viscerais. “Como estavam as alças intestinais após o acesso à cavidade abdominal e
liberação parcial das aderências”, escreveu Bolsonaro na legenda da foto abaixo.
A
imagem é forte, impactante, não é para estômagos (ou intestinos)
fracos. E foi criticada tanto pela esquerdalha, é claro, que novamente o
acusa de vitimismo e de coitadismo, como também por alguns de seus
próprios eleitores. Uma apoiadora de Bolsonaro escreveu : "Com todo respeito, esta imagem não deveria ter sido postada. Nós
sabemos o que o Bolsonaro vem passando, está imagem passou do tom". Um outro : "20 horas de sábado. A hora que as pessoas estão comendo uma pizza. Uma
jantinha ou churrasquinho com a família. Me abre o celular e tem as
entranhas do Bolsonaro pra fora. Mude tua assessoria, capitão. Tão te
levando pro abismo".
Pois
eu não condeno nem discordo de Bolsonaro ter exposto assim suas
vísceras. Ao expô-las, ele expôs ainda mais os métodos de seus inimigos,
as táticas criminosas empregadas pela esquerda contra qualquer um que
se interponha em seu caminho, que ponha ou seja algum obstáculo para
suas ambições claramente ditatoriais.
Sobre
Adélio Bispo, o quase assassino de Bolsonaro, "investigações"
concluíram que ele agiu sozinho, que não foi pau-mandado de nenhum
partido de esquerda. Na época, surgiram rumores de uma possível ligação
com o então deputado psolista Jean Wyllys, ligação logo descartada. O
mesmo Jean Wyllys, em 2019, renunciou ao seu terceiro mandato e saiu do
país, alegando perseguições e ameaças de morte à sua pessoa.
Adélio
Bispo se encontra preso até hoje na Penitenciária Federal de Campo
Grande (MS), aliás, preso não, custodiado, pois foi declarado
mentalmente insano e, consequentemente, inimputável. Um simples maluco,
Adélio Bispo. Um zé-ninguém, sem nenhum mandante por detrás de sua ação.
Um zé-ninguém que chegou a ter quatro advogados a lhe defender,
simultaneamente.
O
bucho aberto e estripado que Bolsonaro resolveu mostrar à nação talvez
seja o seu alerta mais desesperado ao país : é assim que a esquerda age!
Este é o respeito dado pela esquerda à diversidade de ideias,
ideologias e pensamentos. O bucho aberto talvez tenha sido o último
recurso de Bolsonaro, o aviso e o recado mais claro que ele poderia dar
aos brasileiros : estas são as reais intenções da esquerda, este é o seu
método.

Nenhum comentário:
Postar um comentário