segunda-feira, 5 de maio de 2025

Jair Bolsonaro e as Entranhas do Poder

Imorrível? Sim! Imbrochável? Sim! Incomível? Sim! Invulnerável? Não. Nem os super-heróis dos gibis o são. Como Bolsonaro, todos tem suas forças, suas fontes de poder, mas também suas fraquezas, seus calcanhares de Aquiles.
 
A força do Super-Homem vem da radiação de nosso sol amarelo. O poder do Lanterna Verde, da luz verde de seu anel. A pujança e virilidade de Bolsonaro, do verde e amarelo de nosso lábaro estrelado.
A fraqueza do Super-Homem (uma das) vem do verde da kryptonita; perde os poderes, definha e pode morrer se exposto brilho esmeralda dela; não bastasse, tem lá Lex Luthor, que vive a lhe atazanar. A fraqueza do Lanterna Verde é a cor amarela; ele pode ser ferido por qualquer objeto desta cor; não bastasse, tem lá Sinestro, um Lanterna Amarelo a lhe complicar a vida.
A vulnerabilidade de Bolsonaro também vem de uma cor, o vermelho. O vermelho comunista, o vermelho da esquerdalha; não bastasse, tem todas as quadrilhas da Esquerda em seu encalço e captura, ávidas por matá-lo política e literalmente. E arqui-inimigo mais cruel, traiçoeiro e sanguinário não há.
 
Em setembro de 2018, em plena campanha eleitoral, ovacionado e carregado nos ombros por seu eleitorado, Bolsonaro levou uma facada no abdômen, desferida por Adélio Bispo, um afiliado ao PSOL, partideco de esquerda cujas fileiras são um verdadeiro show de aberrações. A lâmina da facada estava banhada com o veneno radioativo da ideologia esquerdista.
 
Imorrível, Jair Bolsonaro sobreviveu. No entanto, a facada esquerdista deixou uma sequela irreversível, aderências intestinais resultantes do processo de cicatrização acometem o Mito de tempos em tempos, provocando dor, inchaço abdominal, cólicas, náuseas, dificuldade de soltar um bom barro, podendo, se não tratada, colapsar o órgão.
De 2018 até agora, Bolsonaro passou por 16 internações e 7 cirurgias para tratar das tais aderências; uma média de duas internações por ano.
 
Parcialmente recuperado de sua última crise, às portas de ter alta médica, Jair Bolsonaro resolveu escancarar para o Brasil e para o mundo a sua real situação, resolveu expor as verdadeiras entranhas do poder, a podridão e os esgotos da política tupiniquim.
 
No sábado, 03/05, publicou em suas redes sociais uma foto explícita, nua e crua e contundente de seus intestinos e tecidos viscerais. “Como estavam as alças intestinais após o acesso à cavidade abdominal e liberação parcial das aderências”, escreveu Bolsonaro na legenda da foto abaixo. 

 
A imagem é forte, impactante, não é para estômagos (ou intestinos) fracos. E foi criticada tanto pela esquerdalha, é claro, que novamente o acusa de vitimismo e de coitadismo, como também por alguns de seus próprios eleitores. Uma apoiadora de Bolsonaro escreveu : "Com todo respeito, esta imagem não deveria ter sido postada. Nós sabemos o que o Bolsonaro vem passando, está imagem passou do tom". Um outro : "20 horas de sábado. A hora que as pessoas estão comendo uma pizza. Uma jantinha ou churrasquinho com a família. Me abre o celular e tem as entranhas do Bolsonaro pra fora. Mude tua assessoria, capitão. Tão te levando pro abismo".
 
Pois eu não condeno nem discordo de Bolsonaro ter exposto assim suas vísceras. Ao expô-las, ele expôs ainda mais os métodos de seus inimigos, as táticas criminosas empregadas pela esquerda contra qualquer um que se interponha em seu caminho, que ponha ou seja algum obstáculo para suas ambições claramente ditatoriais.
 
Sobre Adélio Bispo, o quase assassino de Bolsonaro, "investigações" concluíram que ele agiu sozinho, que não foi pau-mandado de nenhum partido de esquerda. Na época, surgiram rumores de uma possível ligação com o então deputado psolista Jean Wyllys, ligação logo descartada. O mesmo Jean Wyllys, em 2019, renunciou ao seu terceiro mandato e saiu do país, alegando perseguições e ameaças de morte à sua pessoa.
 
Adélio Bispo se encontra preso até hoje na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS), aliás, preso não, custodiado, pois foi declarado mentalmente insano e, consequentemente, inimputável. Um simples maluco, Adélio Bispo. Um zé-ninguém, sem nenhum mandante por detrás de sua ação. Um zé-ninguém que chegou a ter quatro advogados a lhe defender, simultaneamente.
 
O bucho aberto e estripado que Bolsonaro resolveu mostrar à nação talvez seja o seu alerta mais desesperado ao país : é assim que a esquerda age! Este é o respeito dado pela esquerda à diversidade de ideias, ideologias e pensamentos. O bucho aberto talvez tenha sido o último recurso de Bolsonaro, o aviso e o recado mais claro que ele poderia dar aos brasileiros : estas são as reais intenções da esquerda, este é o seu método.

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