Ao lerem o título da postagem, muitos ora dirão : Azarão, por certo perdeste o senso. E eu vos direi, no entanto, que não. Antes pelo contrário, que nunca estive em melhor posse e juízo dele.
Ela é a top teta da Campanha Outubro Mamilo Rosa! É a musa! A mascote desta nobre iniciativa sociohigienosanitária do Marreta! É a Zé Gotinha da campanha de prevenção do câncer das mamadeiras! September Carrine!!!
Quarta-feira à noite. Pia da cozinha entupida. Entupidíssima. Claro que isso não é desgraça que se dê de um dia para o outro. É desgraça cumulativa, que se anuncia aos poucos, homeopaticamente, feito capítulos de novela, que vai nos dando pistas e indícios diários de seu inevitável desfecho. Sinais de alerta que eu fui sempre ignorando, fingindo que não eram comigo, protelando ao máximo a tarefa de botar minhas mãos à massa. O máximo chegou. Tem sempre o dia em que a casa cai.
Ontem, a rever apresentações e entrevistas do Raul Seixas no YouTube, o algoritmo da plataforma conduziu-me automaticamente para uns vídeos do Serguei, o eterno, o rock que nunca morre.
Há poucos dias, uma imagem chocou e estarreceu ambientalistas, ecologistas, ONGuistas e outros viadinhos política e ecologicamente corretos : um filhotão de onça-pintada a carregar e a brincar com um latão de cerveja.
Tem anos que ela vem mais cedo; em outros, mais tarde. Mas nunca falha. A já mundialmente famosa Campanha Outubro Mamilo Rosa. A campanha-chefe de cunho sócioeducativo do Marreta. Nunca falha nem nega fogo o imbrochável compromisso de utilidade pública assumido pelo Marreta do Azarão desde a sua fundação, desde que ele veio a furo ao mundo, desde que estuporou na blogosfera.
Tomado por excruciante dilema existencial e vocacional, o jovem aspirante a monge procurou auxílio para as suas aflições no autointitulado abade Ernani Maia dos Reis, um misto de confessor, professor, conselheiro e pai espiritual, o então líder do Mosteiro Santíssima Trindade, em Monte Sião (MG). Nos últimos tempos, o confuso noviço estava sentindo muito mais forte o chamado da carne - da carne da buceta, a famosa carne mijada - que o de Deus. Disse ao seu superior eclesiástico que pensava mesmo em deixar a vida monástica para constituir família.
No idioma tupi-guarani, Umuarama significa "onde os amigos se encontram". Por isso, esta cidade do Paraná, a 18ª mais populosa do estado, com cerca de 115 mil habitantes, atende pela alcunha de "A Capital da Amizade".
Pããããããta que o pariu!!!!! Made in China, a famosa República Popular da Tinta à base de Chumbo, eu não compro nem CD pirata nem cabo USB nem pilha palito nem tupperware nem óculos de sol nem fone de ouvido nem incenso nem tênis "Adidas" nem caneca de café nem caneta laser nem porta-retratos!!!
Madrugada de sábado para domingo. Quase quatro horas. Ele se programara para ir deitar às duas, duas e meia, mais tardar. Seus intestinos, no entanto, lhe chamaram à função, ele levou um livro junto e acabou lendo uns três ou quatro capítulos. Não achou o livro ruim, mas sabe que não retomará a sua leitura. Sua especialidade nos últimos tempos : deixar os livros pela metade. Já tendo sabotado a sua programação, resolveu tomar uma última vodka-tônica, terminar de assistir a uma apresentação do Premeditando o Breque, no Sesc Pinheiros.
Segundo o folclorista Neil Gaiman, num passado longínquo, felinos gigantes reinavam sobre a Terra, e os fracos e diminutos humanos eram suas presas e pasto. Até que, um dia, durante o sono, mil seres humanos sonharam com o mundo tal qual hoje o conhecemos. E ele foi remodelado. Portanto, para que a ancestral e imponente raça felina voltasse a reinar, bastaria que mil gatos sonhassem, ao mesmo tempo, com o mundo onde eram soberanos.
Havia feito a autopromessa de que nada comentaria a respeito das manifestações do Sete de Setembro. Contudo, se eu não cumpro nem com as promessas que faço aos outros, que dirá com as feitas a mim mesmo.
Como eu sempre digo por aqui, o chifre é a mais democrática de nossas instituições. O mais infraudável de nossos pleitos : você nem precisa ser candidato ao chifre para ganhá-lo. O mais imparcial e incorruptível de nossos Supremos Tribunais, até porque juiz monocrático e de um único veredicto : cumpra-se o chifre.
Se Jair Messias Bolsonaro será reconduzido pelas inauditáveis urnas eletrônicas ao trono do Palácio do Planalto, eu não sei. Nem mesmo me arrisco a um prognóstico. É uma tenebrosa incógnita. Uma realidade futura que, talvez sim, talvez não, se incorporará à essa nossa linha temporal.
A
censura à imprensa, vestida em pele de cordeiro semântica de
"regulamentação", sempre foi uma sombra a pairar sobre as cabeças dos
jornalistas durante os quatro mandatos presidenciais da organização
criminosa, vestida em pele de cordeiro semântica de partido político,
que atende pelo nome de PT.
Dentre as diversas modalidades de interações e associações entre os seres vivos, harmônicas ou desarmônicas, há a chamada protocooperação. Ela é definida como uma relação que, caso aconteça, beneficia mutuamente as duas espécies cooperadas; caso não ocorra, ou seja desfeita, não acarreta graves e definitivos prejuízos para os envolvidos, não é obstáculo para suas sobrevivência e reprodução. Ou seja, a protocooperação é uma associação facultativa e transitória, de conveniência, digamos assim.
O blog A Marreta do Azarão é uma obra de ficção. Os textos aqui publicados são exercícios de livre-pensamento. Melhor, são tentativas, experimentações de livre-pensamento. Bem-sucedidas, às vezes; malfadadas, quase sempre, como toda e qualquer experimentação, como toda e qualquer tentativa de romper e expandir com o estabelecido. Não querem, de forma alguma, os textos, se fazer passar por fatos, tampouco se colocarem ou se estabelecerem como verdades. São tão somente elocubrações de cunho jocoso, considerações irônicas acerca do comportamento humano. E não há distinção quanto ao tema ou ao assunto tratado, não há nenhum tipo de direcionamento : tudo aqui é posto sob a óptica da ironia; há muito de autoironia, inclusive. A ironia, segundo minha opinião - e você não é obrigado a compartilhar dela, aliás, nem espero que -, é a forma mais libertária de análise e pensamento, é a forma mais isenta de tentar entender a grande piada que é o mundo, e também a nós, seus personagens risíveis, que nos damos alta e indevida importância. Caso você seja um semiletrado, alguém sem grandes intimidades com a caneta, o que estou, basicamente, a dizer é que não há intenção de depreciar ou incitar violência contra quaisquer grupos ou segmentos sociais. Assim posto, se você é submisso à certezas preestabelecidas, se você é servo de convicções engessadas, lacaio de doutrinas pétreas, escravo de pragmatismos e dogmatismos - sejam de que ordem forem, políticos, religiosos, filosóficos, sociais, étnicos, sexuais etc -, seu lugar não é aqui. Há bilhões de outros endereços na internet que podem melhor lhe agradar, você não é obrigado a ficar por aqui. Se você está à procura de fatos e de "verdades" que confirmem e reconfortem sua visão tradicional do mundo, repito, seu lugar não é aqui; dirija-se ao site de algum jornal, ou revista semanal de variedades. Se ainda assim, se apesar deste aviso, deste esclarecimento, alguém se sentir ofendido ou vilipendiado por alguma postagem - o que, garanto, não é meu objetivo, lembre-se que nem lhe conheço -, o blog abre espaço para um direito de resposta, que deverá ser enviado através do campo de comentários do blog, na forma de um texto que conteste, que contradiga, que refute o que por mim foi escrito. O texto, caso o autor assim deseje, será publicado logo abaixo da postagem que o motivou a ser escrito. Artigo 5, inc. IX da Constituição Federal de 1988 Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
O Código Azarão
CERCA ELÉTRICA
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