quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

O Que Teria Mudado? Meu Carnaval ou Eu?

Então repito a pergunta
Que o tempo não respondeu
O que teria mudado?
O meu carnaval ou eu?

Saudosismo
(João de Barro)
Onde andará a Colombina
Que o carnaval esqueceu
Com seu olhar de menina
Travessa que Deus lhe deu?

Onde andará a Colombina
Onde andará seu Pierrô?
Sempre à procura de um sonho
Que nunca realizou

Hoje o carnaval está mudado
E o palhaço vai ao baile de "blu-jim"
O Arlequim não muda de bermuda
E a Maria Antonieta nua é o fim

Não há mais lança perfume
Nem serpentinas no ar
Meu carnaval se resume
Em ver a escola passar

Então repito a pergunta
Que o tempo não respondeu
O que teria mudado?
O meu carnaval ou eu?Saudosismo
(João de Barro)

Onde andará a Colombina
Que o carnaval esqueceu
Com seu olhar de menina
Travessa que Deus lhe deu?

Onde andará a Colombina
Onde andará seu Pierrô?
Sempre à procura de um sonho
Que nunca realizou

Hoje o carnaval está mudado
E o palhaço vai ao baile de "blu-jim"
O Arlequim não muda de bermuda
E a Maria Antonieta nua é o fim

Não há mais lança perfume
Nem serpentinas no ar
Meu carnaval se resume
Em ver a escola passar

Então repito a pergunta
Que o tempo não respondeu
O que teria mudado?
O meu carnaval ou eu?


A mesma máscara negra que cobre teu rosto; confetes, pedacinhos coloridos de saudade; e lança-perfume Colombina, cuja embalagem, depois que o conteúdo era vaporizado e inalado, ainda dava muita alegria para a mulherada e aos Cabeleiras do Zezé de plantão.

Um comentário:

  1. E as picadas de penislongo que você levou no carnaval, isso você não expõe aos seus leitores?

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