Ter umas boas ideias
(e ainda as tenho)
Já não me deslumbra,
Não me enche de júbilo,
Moldar-lhes com o barro cru das palavras desencontradas
E, com meu sopro divino,
Dar-lhes as belas formas de um texto
Já não me proporciona nenhum tipo de satisfação,
De alegria (ainda que nuvem passageira),
Não põe mais um travesseiro de Vicodin nos meus músculos, articulações e angústias.
Perdi o tesão pela caneta;
Pelo teclado, então, nem se fale... mais ainda.
Aliás, por todas as coisas.

Rapaz, tô felizão aqui pelo elogio! E saiba (você já sabe) que a admiração é recíproca. Tanto que, ontem, eu e o GRF lhe prestamos uma homenagem. O texto está quase pronto. Provavelmente amanhã, mais para a hora do almoço, ele será publicado.
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