sexta-feira, 18 de agosto de 2023

Cerveja-Feira (74)

Conta-nos, Juca Chaves, o menestrel maldito :
"Simpósio sobre sexo. Ao fim da explanação, o palestrante faz uma enquete com o público presente.
- Levante a mão quem aqui faz sexo todos os dias.
A maioria levantou. 
Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!
- Muito bem - continuou o palestrante, levante a mão agora quem faz sexo três vezes por semana.
Um pouco menos levantaram as mãos.
 Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!
- Quem faz sexo uma vez por semana.
Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!Eu!
- Uma vez por mês.
Uma mão levantou-se aqui (Eu), outra ali (Eu), outra lá (Eu), outra acolá (Eu).
- Pois levante a mão agora quem aqui faz sexo uma vez por ano.
E o avô do Juquinha :
EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EUEU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!EU!
O palestrante estranhou :
- Mas vovô, se o senhor faz sexo apenas uma vez por ano, por que toda essa euforia?
E o vovô :
- Porque é hoje, é hoje, é hoje!!!"

Bom, eu ainda não estou no patamar do avô do Juca Chaves, mas, uma vez por mês, a cada quatro sagradas semanas, eu deixo de tomar os meus remedinhos que (quase) me dão alegria e mato a saudade de minha droga materna, a cerveja.
E por que estou a dizer isso? Porque é hoje, é hoje, é hoje!
Hoje, agora pela hora do almoço, começarei meus trabalhos com três latinhas de Brahma Extra Lager, uma das minhas top cinco entre as puro malte, R$ 2,79, na rede Assaí. À noite, volto à boa e barata Lokal, R$ 1,99, na rede Sewal de Postos de Combustíveis.
Ei-la em todo o seu dourado, já vertida no meu canecão comprado na Argentina durante uma semana passada por lá juntamente com minha esposa, em 2008. Das poucas viagens que fiz em minha vida, a ida a Buenos Aires foi a de que mais gostei. Afinal, um tango argentino me vai bem melhor que um blues. De lá, trouxe esse canecão e um belo sobretudo preto, desses que vão até os joelhos, estilo John Constantine.


Na época, Buenos Aires ainda era a joia da Cisplatina, a pérola do Rio da Prata, próspera e reluzente.  Hoje, governada por mãos canhotas e vermelhas, foi ofuscada. Jogada à merda e à uma hiperinflação. Perdeu seu resplendor, seu encanto, sua mística. O Rio da Prata oxidou. Hoje, a Buenos Aires em que estive só existe feito a Bagdá engarrafada do Sandman nº 50 (se interessar a alguém, é só clicar no meu onírico MARRETÃO e fazer o download).
Eu choro por ti, Argentina! E também pelo Brasil, em iguais garras rapinantes.

4 comentários:

  1. A Marreta do Azarão18 de agosto de 2023 às 17:12

    Eu ainda tenho uma k7 do Juca, uma antiga TDK. E uns dois ou três LPs que baixei da net.
    Abraço

    ResponderExcluir
  2. A propósito, valeu pela grande contribuição da coleção Sandman. Deixarei no HD e vou ler assim que tiver oportunidade. Espero que tenha menos baitolagem do que na série... mas parece que nem tanto quanto gostaria, pelo que disse um velho amigo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A Marreta do Azarão19 de agosto de 2023 às 17:12

      Tem menos que na série, mas tem um pouco sim.

      Excluir
  3. A Marreta do Azarão19 de agosto de 2023 às 17:11

    Rapaz, R$ 600,00 só se fosse o martelo verdadeiro do Thor, e olhe lá.
    Abraço.

    ResponderExcluir