Maurício Mühlmann Erthal é um escritor, professor universitário e pesquisador brasileiro. Erthal é um crítico ferrenho do sistema educacional brasileiro. Em um de seus discursos, transcrito logo abaixo, Erthal se dirigiu aos formandos de Relações Internacionais da UFRGS como “burros e jumentos”.
Nunca tinha ouvido falar dele até dar de cara com seu discurso visceral e tristemente verdadeiro a respeito da formação das atuais gerações replicado no Blogson Crusoe, o feudo do Jotabê.
Gerações de jumentos melindrosos, cheios de não-me toques. Tudo cortesia da Pátria Educadora do PT e da LDB paulofreirista.
O texto foi lido durante a colação de grau dos formandos de Relações Internacionais da UFRGS.
Os grifos em vermelho, como sempre, são por minha conta.
QUERIDOS
FORMANDOS, BURROS E JUMENTOS!
Se alguém ainda tinha alguma dúvida, o ranking do Pisa provou de uma vez por todas que a tal "pátria educadora", que encheu péssimas universidades com péssimos alunos formados por péssimos professores, era apenas um embuste.
Distribuir diplomas a pessoas de baixa inteligência, nenhum talento, estúpidas, cotistas etc., é como marcar a ferro o traseiro de bois e vacas que estão indo para o abate. Neste caso justificável.
Na nossa cultura deformada pelo "coitadismo", ou para falar mais academicamente, pelo "ethos-igualitarista moderno", teimamos em achar que a Universidade é para todos. Nunca foi e nunca será. Essa é uma das maiores mentiras da modernidade.
A decadência da civilização se iniciou com a universalização do ensino, com a troca da formação espiritual e intelectual puras, "ars gratia artis", no sentido aristotélico, pelo adestramento meramente utilitarista para fins de sobrevivência.
Universidade é para uma elite intelectual. É para quem realmente tem talentos, gosta de estudar e tem uma inteligência privilegiada. Sua prioridade é produzir conhecimento e não formar mão de obra... e, muito menos ainda, formar militantes revolucionários que pretenderão implantar no País regimes ultrapassados e falidos, como o comunismo para proveito de poucos, por exemplo. Para formar profissionais e mão de obra, existe o ensino profissionalizante e técnico.
As oportunidades que devem ser oferecidas a todos, é a de uma boa formação de base onde, por meio da meritocracia, serão revelados aqueles mais capazes de ir para a Universidade e, lá, PRODUZIREM CONHECIMENTO.
Transformar todo mundo em universitário apenas para não ferir a autoestima do jovem maconheiro que usa piercing no nariz e alargador na orelha, é algo completamente estúpido!
Tudo que os governos do PT conseguiram, foi queimar centenas e centenas de bilhões de reais, para produzir o pior, o mais idiota, o mais ignorante, o mais analfabeto, e por consequência, o mais mimado, alienado e arrogante aluno do mundo!
Nivelaram todo mundo por baixo, destruíram qualquer possibilidade de formar uma verdadeira elite intelectual para o País. São mais de duas décadas jogadas inteiramente no lixo! Trocaram a meritocracia (de alunos e professores) pela "universalização", pela "política de cotas" e pela "ideologização".
Nunca reconhecendo que as pessoas são essencialmente diferentes, umas mais inteligentes, mais capazes, mais interessadas e mais esforçadas que as outras. E tentam enfiar, goela abaixo de todos, o maldito igualitarismo que sempre favorecerá o vulgar, o grosseiro e o ignorante. Sempre nivelará por baixo, rebaixará a tudo e a todos, e produzirá os piores resultados.
Reúna vários alunos inteligentes e todos se tornarão mais inteligentes ainda. Cerquem um gênio de medíocres e vulgares, e testemunhará sua lenta e gradual decadência.
Numa era em que a humanidade enfrenta a sua mais radical transformação tecnológica, a civilização cibernética põe em cheque toda a cultura humanista, havendo uma mudança profunda de quase todos os paradigmas científicos, sociais e econômicos. Nanotecnologia, microbiologia, projeto genoma, matriz energética, 5G e 6G, Internet das coisas etc.
Nós gastamos trilhões em 20 anos para produzir uma geração “Nem-Nem” de mimados, estúpidos, deprimidos, feminilizados ou masculinizadas, vazios, idiotas e arrogantes, que votam num PT, num PSOL e morrem de medo de se tornar adultos.
Uma legião de falsos graduados sem possibilidade de emprego, endividados com o FIES, caminhando para a meia idade, morando com os pais e frequentando a marcha da maconha porque precisam urgentemente se alienar e legalizar seu suicídio.
Em tempo : deem uma olhada num dos formandos de Relações Internacionais da UFRGS. Erthal pegou foi leve em seu discurso.
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Papo reto sobre a universidade.
ResponderExcluirOu era isso, permitir que a gazela desfilasse, ou a Universidade correr o risco de ser processada por homofobia, transfobia etc.
ResponderExcluirPior, muito pior que às cobras, foi ter dado asas à esquerda no Brasil.
Eu, pelo menos, nunca votei em ninguém, em nenhum partido, que apoie essas bizarrices.
Altamente improvável. Já imaginou um cara chato, que não sorri, nada carismático e que ainda reprova em quantidades absurdas para os padrões pedagógicos modernos sendo professor homenageado? Nunca.
ResponderExcluirCuriosidade: sabe como escolheram o professor homenageado da minha turma? Convenceram o cara a emprestar uma chácara em que ele tinha num condomínio fechado para fazer um churrasco. Encheram o rabo dele de cachaça e um colega que precisava de 3,0 pontos para ser aprovado ficou no pé do cara até que conseguiu.
Ah, o Brasil.
Rapaz, você me descreveu perfeitamente no primeiro parágrafo do seu comentário. Ainda assim, já fui chamado uma meia dúzia de vezes para paraninfo, a última foi em 2014. De lá pra cá, aplique-se a tal meia-vida radioativa para o nível do alunado.
ExcluirMeu filho terminou o fundamental 2 no ano passado, concluiu o nono ano. Teve lá uma viagem que a turma fez prum hotel especializado em formaturas ou coisa que o valha. O professor que escolheram para acompanhá-los foi um sujeito dos mais babacas, um cara de uns trinta e tantos anos que acha que é garotão, mas é o preferido dos alunos e também o queridinho da coordenação e direção da escola. Aula que é bom, só enrola, é só gogó. Dos vinte e oito alunos, 23 votaram nele para a viagem. Inclusive o meu filho.
Ah, o Brasil...
Tive um cunhado que fazia exatamente seu sonho de consumo. Por ser professor de mátemática em cursinho pré-vestibular, garanhão e boa pinta, fazia exatamente isso: achincalhava os alunos e comia as alunas (inclusive as que já estavam noivas).
ResponderExcluirEita, eu me lembro de um professor meu, macho tóxico das antigas, que tinha uns 25 anos e passava o bambu nas aluninhas de 14, 15, 16... sem dó.
ExcluirSe fosse hoje, seria crucificado em praça pública.
Pãããããta que o pariu!!!!
ExcluirBuceta e uísque... uma bela combinação.
ResponderExcluirEu também queria não ter visto.