O imbrochável Dom Bolsonaro, o motoqueiro da triste figura, e seu fiel escudeiro Sancho Guedes são os responsáveis pela retomada do crescimento e da paudurescência da economia durante a pandemia da Peste Chinesa, afirmam especialistas da área.
Segundo André Rebelo, diretor executivo da Federação das Indústrias de São Paulo, as ações rápidas e precisas da equipe econômica do Capitão salvaram as indústrias de um total colapso : "as flexibilizações de regras trabalhistas, como “a suspensão de contratos, com redução de salários e jornadas” e ainda a ajuda financeira, por meio de verbas públicas para a complementação de salários, deu o fôlego suficiente para que as empresas sobrevivessem e demitissem menos do que o esperado, após sofrerem com as políticas do fique em casa, determinadas por prefeitos e governadores. ainda que o atraso no recolhimento
de impostos das empresas, a oferta de linhas de crédito para capital de
giro, a juros baixos, e injeção de cerca R$ 300 bilhões em auxílio
emergencial, permitiu que o dinheiro permanecesse em circulação,
garantindo o consumo e, por consequência, o funcionamento das linhas de
produção".
Marcelo Azevedo, gerente de análise econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), disse que o crescimento será visto com mais força em determinados setores, como de veículos automotores, afetado principalmente pela falta de insumos para a produção de peças, e que só em abril a indústria automobilística cresceu 8%.
Para coroar a questão, a agência americana de classificação de crédito Fitch Ratings elevou a previsão de alta do PIB brasileiro para 2021, de 3,3% para 5%.
A esquerda pira na batatinha! Quer morder o próprio saco! O PIB do governo Bolsonaro em plena peste chinesa é maior que o dos últimos dois anos do governo Dilma Rousseff em tempos de "normalidade".
Mas se, para o PIB brasileiro, o céu parece ser o limite, o intrépido Bolsonaro quer ir ainda mais além : para ele, a Lua é o limite.
O incomível Bolsonaro assinou nesta terça-feira, 15/06, um acordo com
a Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, através do qual o Brasil passa a integrar o Projeto Artemis, que realizará voos
tripulados à Lua em 2024.
Agora, é oficial e escancarado : Bolsonaro aderiu ao Nasismo! É o primeiro presidente Nasista da História do Brasil.
E tem que assinar acordo com a Nasa, mesmo. Tem que investir em tecnologia pesada e se aliar a quem tem o domínio da mesma. Querem que ele assine acordos com quem? Com a Venezuela? Com Cuba? Tem que investir em conhecimento de ponta! E parar de ficar dando dinheiro pra financiar pesquisas sociológicas, pedagógicas, antropológicas etc e criar, dentro das universidades públicas, exércitos e mais exércitos de multiplicadores da ideologia comunofascista.
O Brasil é o primeiro país da América Latina a entrar para o Projeto Artemis, e o 12º do mundo. E Bolsonaro, para sacanear as feministas suvacudas e muxibentas, mandará uma mulher para o espaço. A brasileira será a primeira mulher do planeta a ir tomar um café com rosquinhas com São Jorge e fazer cafuné no dragão.
Hoje, em minha ida ao mercado, encontrei com meu velho amigo e ex-barbeiro, o seo Antenor, e sabendo-o um entusiasta do Mito, comentei a notícia com ele. No que ele, revestido de toda a sabedoria que só a idade pode nos conceder, disse : "vão levar uma mulher pra Lua? Bem que podiam levar a minha... e deixar ela por lá". Pããããããta que o pariu!!! Tá certo, o Seo Antenor. Certíssimo!
Declarou Bolsonaro sobre o acordo com a Nasa : “O Brasil vai mostrar seu valor agora no Artemis. Não apenas para levar
uma mulher ao espaço, mas o que nós podemos trazer do espaço para
aplicarmos aqui na Terra. Perdemos tempo no passado, por questões
ideológicas, como a base de Alcântara, que ficou parada duas décadas no
Congresso”.
O Cavalão poderia ter encerrado o seu pronunciamento dizendo : "É um pequeno passo para um Presidente, um salto gigantesco para a Nação".
Perdeu a oportunidade e o chiste.

Porra, Azarão, ficou foda esse layout, como eu te disse por e-mail, agora sim o pessoal vai poder ler e conhecer textos mais antigos. Tô sentindo de deu uma esfriada, tanto por aqui, quanto pelo Ozymandias, quase não posta mais. Toda vez que eu penso em escrever sobre o *C*irco de *P*alanque *I*nternacional, penso "Como o Marreta conseguiria tirar essa aqui de letra?".
ResponderExcluirPois é Ozzy, além de eu estar postando menos aqui no Marreta, o que posto não me parece que "caibam" muito bem lá no Ozymandias, mas caso veja algum que ache legal eu republicar por lá, é só me falar. Quanto à CPI da Covid, como eu lhe disse anteriormente, tenho acompanhado pouco, praticamente nada.
ExcluirEu sei que o blog Marreta é um lídimo representante dos simpatizantes do bolsonarismo e eu sou apenas a voz que clama no deserto, mas quem não me engana é ele. Um ano depois do surgimento da pandemia ele ainda defende o tal tratamento precoce, quando especialistas já disseram que no mundo todo e antes da primeira vacina a moçada saiu testando tudo quanto era medicamento, se bobear até chá de pau barbado. E todos se revelaram inócuos ou com graves, gravíssimos efeitos colaterais. Para os médicos, esse assunto está pacificado. Atendimento precoce énecessário, mas é diferente de tratamento precoce. Além disso, o governo dele me fez lembrar da minha juventude, quando comecei a me espantar com a quantidade de militares que existiam em todos os lugares, em todas as funções. O governo dele hoje está quase assim. Para mim, um postulante a Hugo Chavez da Direita. Mas, como alguém já disse, "concordamos em discordar". E segue o barco.
ResponderExcluirBah, nem de longe sou simpatizante desse povo do governo, nem de longe.
ResponderExcluirSobre cloroquina e tratamento precoce, acredito que este é um assunto que vai além do próprio despresidente. A Medicina não é uma coisa única. E eu nem ousaria dizer que a atuação médica em termos de clínica geral é científica. A Medicina enquanto ciência, é uma coisa; a medicina enquanto prática, é outra. Ocorre o mesmo com a psicologia, por exemplo; também com a psiquiatria e a advocacia.
Sempre ocorreu, na história da Medicina, do médico que é clínico geral ser o menos especializado. E, infelizmente, essa galera é quem cuida da atenção primária e (em geral) da prescrição de medicamentos. Não fazem ciência, não consomem ciência, não se atualizam profissionalmente. Muitas vezes, consultam em um banco de dados os sintomas que o paciente descreve e, confiando na constância dos eventos (febre, dengue, gripe, etc) e no software que está utilizando, receitam de modo padronizado X ou Y medicamento. Assim sendo, o paciente vai embora e melhora alguns dias, crente de que o médico receitou o remédio certo. Só que não. Geralmente é só o curso natural da doença, interrompido naturalmente pela ação do próprio corpo, não do medicamento.
O que esperar durante uma pandemia? Que tais médicos se comportem como sempre. Ventilou-se por evidências anedóticas (fracas que só) que a cloroquina salva da gripezinha. Alguns médicos receitaram e, surpreendentemente seus pacientes melhoraram. Ou pior, tomaram a cloroquina durante o ápice do caos e sobreviveram, enquanto alguns amigos faleceram (e não tomaram). Pronto. Está armado o inferno. O médico, que está acostumado a ser o rei do pedaço, vai fazer campanha em defesa da cloroquina. Até aí, ok! A medicina sempre funcionou assim. A parte complicada é que, após diversos ensaios para testar a hipótese de que a cloroquina não funciona (em diferentes doses, tipos, etc), a "ciência" (essa entidade inexistente / melhor dizendo, cientistas de todo o mundo e instituições, com ensaios duplo-cego) confirma que a hipótese é falha. Cloroquina não ajuda em nada, inclusive pode gerar problemas, a depender da dosagem.
Você espera que os médicos vão ler artigos científicos? Espera que eles mudem a própria prática após alguns relatos confirmarem a própria crença no medicamento? Eu não espero. Agora, agir contra a vacinação e o uso de medidas preventivas e arriscar todas as fichas na cloroquina, sabendo da ineficácia, no meu ver o Bolsonaro age criminosamente e certamente tirou uma nota nesse estoque de cloroquina que fizeram. E ainda deu margem para improváveis "heróis", como o desprezível Dória [ex do Bolsonaro, o BolsoDória / bem como o Witzel é ex também, só pra lembrar]. E sobre o Bolsonaro apoiar a ciência ou defende-la, balela pura. Nenhum político tem interesse no desenvolvimento científico. Tem interesse em utilizar de acordos que exaltem a própria imagem, ainda que indiretamente possa beneficiar a sociedade como um todo. Os cortes bizarros em bolsas de estudo [Capes, Fapesp e CNPq] estão aí para comprovar. É ridículo pensar que um cientista em nível de doutorado, quando tem bolsa/salário, ganhe menos que dois mil reais. Praticamente oito anos sem reajustes. Se algum político tivesse preocupado, reveria com urgência tal questão. Mas não, a grana vai para os inúteis do exército, da política e vou parar por aqui.
Voltando... essa história da Medicina ser puramente científica, é bobagem. Inclusive será uma discussão forte após a pandemia, a necessidade da formação médica ser pautada em evidências científicas. Este tipo de discussão ocorreu na Psicologia, na década de 60 com o avanço do Behaviorismo, felizmente. Mas, ainda hoje tem aí a psicanálise e outras abordagens pautadas em religiões e crenças pessoais.
ResponderExcluirSobre o blog aqui, não acho que todos sejam 'bolsonaristas'. Há mais gente que não gosta do PT e generalistas de plantão do que propriamente 'bolsonaristas'. Acredito que há um viés "liberal na economia e conservador nos costumes", talvez defina melhor o blog. Mas não é um problema pra quem gosta de diálogo.
Sobre o passaporte da vacina, Azarão, tome cuidado com os argumentos que utilizou. São os mesmos que as feministas e os favoráveis ao aborto utilizam: "meu corpo, minhas regras". Pãããããta!