O Bruce Wayne do Kilmer foi um dos que mais gostei. O Batman do Kilmer fica atrás do Bale e affleck. Batman Forever de 1995 foi um filme que assisti no cinema e tenho excelentes recordações dele. E foi através do filme que conheci o U2 que tem uma música feita, exclusivamente, para o filme - hold me thrill me kiss me kill me.
Talvez por ele ter vindo depois dos dois do Tim Burton, bem sombrios e góticos, achei esse muito colorido, frenético, alucinado, mesmo. Mas o Batman do Kilmer não é ruim, não. Gosto muito do Batman do Aflleck, também.
Tem alguns filmes que gosto de rever de tempos em tempos, um dos quais o clássico: HEAT.
São filmes que infelizmente não se fazem mais. Filmes focados no enredo, trama. Hoje os filmes promovem agendas obscuras, mais focados na sinalização de virtudes e na promoção de pretensas diversidade e igualdade.
Recentemente foi o Ray Liotta que partiu, o eterno Henry de "Os bons companheiros". Vejo atores como De Niro, Al Pacino, Martin Sheen, Anthony Hopkins, todos já velhos, Bruce Willis com demência.
Não é apenas a morte de um grande ator, é o fim de uma era.
Não só parecido fisicamente. Ele meio que encarnou o Rei-Lagarto. Inicialmente, ele dublaria as músicas, mas acabou que cantou de verdade perto de 80% delas, e de uma maneira que só experts em The Doors, se as ouvirem de olhos fechados, são capazes de dizer que não é o Morrison a cantá-las. Dizem que encerradas as gravações do filme, ele teve que fazer terapia para sair do personagem, ou algum tipo de exorcismo para que o Jim o deixasse em paz. Em tempo : ouvi a Rita Lee dizer que o mesmo aconteceu com ela quando ela interpretou o Raul Seixas num curta-metragem. O Raul não largava dela depois. Teve que ir até no cemitério conversar com o Maluco Beleza em seu túmulo para que ele seguisse seu caminho.
O blog A Marreta do Azarão é uma obra de ficção. Os textos aqui publicados são exercícios de livre-pensamento. Melhor, são tentativas, experimentações de livre-pensamento. Bem-sucedidas, às vezes; malfadadas, quase sempre, como toda e qualquer experimentação, como toda e qualquer tentativa de romper e expandir com o estabelecido. Não querem, de forma alguma, os textos, se fazer passar por fatos, tampouco se colocarem ou se estabelecerem como verdades. São tão somente elocubrações de cunho jocoso, considerações irônicas acerca do comportamento humano. E não há distinção quanto ao tema ou ao assunto tratado, não há nenhum tipo de direcionamento : tudo aqui é posto sob a óptica da ironia; há muito de autoironia, inclusive. A ironia, segundo minha opinião - e você não é obrigado a compartilhar dela, aliás, nem espero que -, é a forma mais libertária de análise e pensamento, é a forma mais isenta de tentar entender a grande piada que é o mundo, e também a nós, seus personagens risíveis, que nos damos alta e indevida importância. Caso você seja um semiletrado, alguém sem grandes intimidades com a caneta, o que estou, basicamente, a dizer é que não há intenção de depreciar ou incitar violência contra quaisquer grupos ou segmentos sociais. Assim posto, se você é submisso à certezas preestabelecidas, se você é servo de convicções engessadas, lacaio de doutrinas pétreas, escravo de pragmatismos e dogmatismos - sejam de que ordem forem, políticos, religiosos, filosóficos, sociais, étnicos, sexuais etc -, seu lugar não é aqui. Há bilhões de outros endereços na internet que podem melhor lhe agradar, você não é obrigado a ficar por aqui. Se você está à procura de fatos e de "verdades" que confirmem e reconfortem sua visão tradicional do mundo, repito, seu lugar não é aqui; dirija-se ao site de algum jornal, ou revista semanal de variedades. Se ainda assim, se apesar deste aviso, deste esclarecimento, alguém se sentir ofendido ou vilipendiado por alguma postagem - o que, garanto, não é meu objetivo, lembre-se que nem lhe conheço -, o blog abre espaço para um direito de resposta, que deverá ser enviado através do campo de comentários do blog, na forma de um texto que conteste, que contradiga, que refute o que por mim foi escrito. O texto, caso o autor assim deseje, será publicado logo abaixo da postagem que o motivou a ser escrito. Artigo 5, inc. IX da Constituição Federal de 1988 Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
O Código Azarão
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o que tem: naftalina uns gibis clássicos cartelas vazias de aspirina cartas e recados de amigos cartas e recados de "amigas" alguns vinis fotos bêbado com amigos bêbados fundo falso para revistas alternativas miniaturas de super-heróis em plástico monocromático tocos de lápis e canetas secas livros do Bukowski escritos inéditos bolhas de sabão rolhas de vinhos bebidos com pessoas especiais uma carcomida raquete de pingue-pongue supertrunfo um par de asas sem uso meia garrafa de rum Montila uma pequena Pandora a ser libertada
o que não tem: traças telefone celular CDs originais bíblia um exemplar do ECA simpatia pela burrice que gosta de ser moedas para o flanelinha fotos sóbrio com amigos sóbrios livros de autoajuda
E ele também foi o Batman.
ResponderExcluirRapaz, não gostei dele como Batman. Aliás, aquele filme é horrível.
ExcluirJim Morrison foi a maior atuação dele, de longe.
Sim, ele também teve outros bons papéis, em filmes como Tombstone, A Sombra e a Escuridão, Top Secret, Willow, Top Gun e muitos outros.
ExcluirNão me lembrava do Top Secret, foi muito engraçado.
ExcluirO Bruce Wayne do Kilmer foi um dos que mais gostei. O Batman do Kilmer fica atrás do Bale e affleck. Batman Forever de 1995 foi um filme que assisti no cinema e tenho excelentes recordações dele. E foi através do filme que conheci o U2 que tem uma música feita, exclusivamente, para o filme - hold me thrill me kiss me kill me.
ResponderExcluirTalvez por ele ter vindo depois dos dois do Tim Burton, bem sombrios e góticos, achei esse muito colorido, frenético, alucinado, mesmo. Mas o Batman do Kilmer não é ruim, não. Gosto muito do Batman do Aflleck, também.
ExcluirE são os últimos remanescentes dessa outrora valorosa raça.
ResponderExcluirTem alguns filmes que gosto de rever de tempos em tempos, um dos quais o clássico: HEAT.
ResponderExcluirSão filmes que infelizmente não se fazem mais. Filmes focados no enredo, trama. Hoje os filmes promovem agendas obscuras, mais focados na sinalização de virtudes e na promoção de pretensas diversidade e igualdade.
Recentemente foi o Ray Liotta que partiu, o eterno Henry de "Os bons companheiros". Vejo atores como De Niro, Al Pacino, Martin Sheen, Anthony Hopkins, todos já velhos, Bruce Willis com demência.
Não é apenas a morte de um grande ator, é o fim de uma era.
Fogo contra Fogo, muito bem lembrado. De Niro, Al Pacino e Val Kilmer.
ExcluirVou ver se encontro para de assistir.
Não só parecido fisicamente. Ele meio que encarnou o Rei-Lagarto. Inicialmente, ele dublaria as músicas, mas acabou que cantou de verdade perto de 80% delas, e de uma maneira que só experts em The Doors, se as ouvirem de olhos fechados, são capazes de dizer que não é o Morrison a cantá-las.
ResponderExcluirDizem que encerradas as gravações do filme, ele teve que fazer terapia para sair do personagem, ou algum tipo de exorcismo para que o Jim o deixasse em paz.
Em tempo : ouvi a Rita Lee dizer que o mesmo aconteceu com ela quando ela interpretou o Raul Seixas num curta-metragem. O Raul não largava dela depois. Teve que ir até no cemitério conversar com o Maluco Beleza em seu túmulo para que ele seguisse seu caminho.
Questão difícil de ser respondida. Afinal, somos manipulados o tempo todo.
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